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A guerra que tomou as estrelas

     Rogue One – uma história Star Wars! É tão empolgante ver Star Wars nos cinemas novamente. Não que eu tenha visto a franquia original, não sou tão antigo assim, mas os prequels foram quase que uma pá de cal em cima do universo...

   Rogue One nos conta a história sobre como os planos da estrela da morte foram roubados, dando um contexto maior ao empurrãozinho inicial de toda a franquia. Ao meu ver, ele amarrou certinho com o episódio IV, e ao mesmo tempo, contou uma boa história de guerra. Então vamos aos spoilers.


  A força se tornou uma lenda, após o expurgo dos Jedis. Enquanto Imwe, o personagem vivido por Donnie Yen, um monge cego que acredita no poder da força, e que ela guia os destinos de todos no universo, outros encaram como uma lenda, ou até mesmo balela.
  O aspecto da guerra é mais explorado, dando tons até mesmo religiosos para os confrontos entre os rebeldes de Saw Gerrera contra o Império. Chega até mesmo a lembrar os confrontos do Oriente Médio, pela grande diferença de poder entre os dois lados, e a forma como os rebeldes se doam pela sua causa.
  Se por um lado, alguns são imutáveis e inabaláveis quanto a causa, o conselho da aliança se divide ao se deparar a maior ameaça que já viram se levantar.  O filme mostrou muito bem o lado sujo e
obscuro da aliança, dos heroicos rebeldes. Nem todos são corajosos, e muitos fizeram coisas das quais não gostam nem mesmo de se lembrar, enquanto o conselho decide simplesmente debandar na hora mais escura.
  Os personagens são muito carismáticos, e o robô K-2SO rouba muito a cena.  Cheio de personalidade, ele diz a primeira coisa que vem aos seus circuitos. O próprio Imwe, e seu companheiro inseparável Malbus se tornam queridos muito rápido, com suas cenas de combate fodonas.


  Mas o que posso dizer? É um filme sobre guerra, e me doeu ver os personagens caindo um por um. Sim, como naqueles filmes de guerra antigos, onde cada soldado tem sua cena de queda, aqui nossos personagens vão morrendo, cenas lindas, bem-feitas, mas que vão acabando com nossa esperança de pouco em pouco.
 
Rogue One foi o esquadrão suicida, que talvez até tenha sido esquecido nos acontecimentos que se sucederam, mas cujo sacrifício tornou possível uma virada na guerra.
  Gostei que o filme dá uma ótima explicação pra um grande questionamento: por que karalho uma arma do porte da estrela da morte teria um ponto fraco tão besta? Simples, o engenheiro chefe o colocou lá de propósito, e em segredo!
  Vi muitos comentários por aí, falando mal do filme, mas esse abaixo me chamou muito a atenção, vi lá no omelete:

   
    Eu não sou grande entendedor de cinema, nem tento ser. Sou um nerd e gosto de ver coisas nerds. E quando o filme me mostra umas cenas de combate tão bem-feitas (o maquinário do império tá incrível!) Eu simplesmente gosto do filme.  Como não traz o clímax? A guerra não é uma coisa feliz, com finais certinhos que as vezes fecham as grades sagas. A guerra é cruel, e todos os seus companheiros caem no final, como se a vida não significasse nada. E foi esse o clímax do filme.

  Todos caíram. Os rebeldes foram massacrados. E fizeram tudo isso para criar uma chance. Uma única chance, aos heróis que viriam no futuro. Toda rebelião tem como base, a esperança.
   E quando tudo parece ter terminado... o maior dos vilões retorna as telas. Darth Vader aparece, e trucida todos que entram em seu caminho. Usa o sabre, usa a força, e aniquila seus adversários, que nunca tiveram a menor chance.
  Saímos do cinema, eu e Kaito, dando cambalhotas.
  E se você é daqueles que tá dizendo que não faz sentido o Vader estar ali, naquele momento... velho... para de comentar merda por aí. Menos chatice. Deixa o Darth Vader voltar. Deixa o vilão mostrar seu poder, porque eu quero ver!
A guerra que tomou as estrelas A guerra que tomou as estrelas Reviewed by Jyuuken Cronicaex on 20:01:00 Rating: 5

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