Mostrando postagens com marcador Musicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Musicas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Mute City e algumas músicas mais...



          É inegável o pesada importância que as músicas tem nos jogos, a trilha sonora dita a emoção que o jogador irá sentir, bem como o ritmo do jogo. Ao longo de todos esses anos, foram muitas as músicas que me marcaram profundamente, e não é incomum me encontrarem por ai ouvindo trilha sonora de jogos, até mesmo as do nintendinho.
           Por mais que fossem simples, as músicas dos primórdios dos jogos tem sempre um lugar especial em meu coração, me fazem lembrar de muitas tardes passadas ou jogando meu Dynacom em casa, ou o Snes na casa do Higor.



          Esse magnífico canal faz versões acapela de grandes clássicos, e uma das minhas favoritas é Mute City, acho que a primeira pista de F-zero. Assim como quase todas as trilhas deste jogo, ela me traz um sentimento de estranheza, que  fica mais forte com os cenários das pistas. Sei lá, talvez loucura minha, mas sentia uma certa solidão, eram pistas no meio do nada, com uma cidade ao fundo, e não se via humanos em lugar algum. E na época eu achava esse jogo difícil pra krai (ainda acho na verdade, quase sempre acabo me explodindo fora da pista).
          Outra música que gosto bastante é a Heart of Fire do Castlevânia. Imagino que ela tenha se repetido em vários dos jogos da série, mas onde eu conheci ela foi no primeiro jogo do Nes. Ela tocava na fase do calabouço, cujo chefão era a própria morte em pessoa. Como essa fase me atormentava! Nunca fui capaz de passá-la, e acho que foi a trilha do jogo que mais grudou na minha cabeça!
          Toda a saga Castlevânia traz excelentes músicas, dá pra encher um post só com elas. E essa versão abaixo, nas guitarra, que já devo até ter postado por aqui, faz o sangue ferver com o poder do metal, e ressoar com a nostalgia.


          Dando um grande salto temporal, indo até Dark Souls 3, a épica trilha que embala a batalha contra os irmãos principes. Mais que música magnífica, um instrumental pesado, que cresce junto com a luta. Me lembro de como essa boss battle foi marcante.
          Um chefão duplo, com ataques pesados e velozes, junto com toda a sensação de fragilidade que a série souls traz, a música traz em si uma tristeza e majestosidade únicos. E quando os irmãos se unem para te enfrentar, a música desperta um coral, os golpes do irmão mais velho mudam e se tornam ainda mais mortais... lembro claramente de uma cena, minha vida por um triz, o irmão mais velho ergue a espada sob sua cabeça, segurando-a com as duas mãos. A arma brilha como a luz da alvorada. Em meu coração sei que se aquele golpe me acertar, será meu fim. A espada corta o ar, pesada como o mundo, e uma rajada de luz rasga o chão de pedra. Entoado pelas vozes do coral da trilha, me esquivo nos últimos instantes, me livrando daquele poderoso ataque! Uma das lutas mais épicas que já vivi! É claro que ele me matou pouco depois...


          As músicas são uma das partes mais fodas de ser gamer. Faz parte da experiência, e toda boa batalha é regida por uma boa música. Desde uma invasão alienígena em 8-bits a uma alucinante corrida em 4k, as trilhas sonoras são a alma dos jogos, são aquilo que tornam coisas grandes em coisas marcantes.
          É isso povo, algumas musicas legais pra embalar a noite(ou o dia), se você não tem o hábito de escutar as trilhas dos jogos que você consome, recomendo-o a experimentar, garanto que não irá se arrepender...

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Carnival of Rust

Não conheço essa banda, Poets of the Fall, sendo essa música a única deles que já escutei. Devo dizer Carnival of Rust me ganhou desde o primeiro momento que vi o clipe. A todo um clima de tristeza carregado no ar, um clima de final, de um mundo que perdeu toda a sua beleza e alegria.

A letra, que também não deixa de ser melancólica, tem seus momentos de grandiosidade, aliado aos belos figurinos do clipe, calam fundo na alma. Gostei muito do clipe, o que parece um circo decadente, com uma marionete toda corrompida, cantando de um jeito bem afetado.




  Já escutei várias vezes e não me enjoo dela...

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Roda D'verso

 O grande Makenze, amigo de longa data que já foi citado várias vezes por aqui, começou um canal no youtube. A proposta é espalhar uma parte de nossa cultura, tão ignorada por nós, trazendo versos de poetas lendários acompanhados de um melodioso violão:



    Apoie esse projeto, deixe uma curtida e se inscreva no canal. Em breve aquele violão ali vai carregar uma logo minha, ô se vai!


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Hellyeah

Existem bandas que calam fundo em nossas almas. Bandas que nos dão um prazer imenso ao serem descobertas, que nos fazem pensar “como vivi tanto tempo sem isso? ” A superbanda Hellyeah, que conheci recentemente enquanto passeava por clipes de rock no youtube, teve esse impacto sobre mim.


Formada por membros de outras bandas, o Hellyeah de Heavy metal, com influências de groove e metal alternativo, com um som bem pesado, que varia entre vocais mais agressivos em algumas músicas, e um vocal mais melódico em outras. Formada por Chad Gray, vocalista do Mudvayne; Tom Maxwell, guitarrista do Nothingface; Bob Zilla, baixista do Damageplan; Vinnie, baterista ex-Pantera e atual Damageplan; e Greg Tribbett, guitarrista também do Mudvayne. Um supergrupo que começou a gravar em 2006, já tendo cinco álbuns de estúdio.

Conheci a banda com a sensacional Moth, que me ganhou de tantas formas... o clipe, as expressões que Chad Gray faz enquanto canta me passam uma sensação de dor, assim como sua voz, que parece estar carregada de dor e melancolia. E a letra, calou fundo em meu coração. Uma letra poderosa, forte e profunda, sobre a vida, sobre o quão ruim as coisas podem ser.


Não deu outra, já escutei essa música tantas vezes, e ela sempre tem o mesmo impacto. Já era, estava apaixonado pela banda. Já escutei dois dos 5 álbuns deles, escutei Blood for Blood de 2014 e Unden!able de 2016. Ambos são muito bons, e tem essa variação das músicas, algumas são mais agressivas, e outras tem uma carga de sofrimento em sua melodia, por assim dizer. Black December, Hush, Human e Love Falls foram as que mais gostei. Todas carregadas pelos mesmos sentimentos de Moth, com a voz enrouquecida de Chad transmitindo aquilo que está cantando com muita precisão.


É isso meus caros leitores, espero que tenham curtido o som! Nos vemos no próximo post!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Cicero no violão e algumas coisas mais

   E ai meu povo! Odeio segunda, acordei hoje com a sensação corpórea de ter sido esmagado por um caminhão a 120 k/h. Ao tentar me levantar, todas as juntas possíveis estalaram. Agora estou aqui, tentando me espremer pra ver se sai um post.
  Quero começar falando sobre o canal de um dos membros aqui do blog. O nosso bardo, Pi, ou Cicero Souza, começou a postar os vídeos dele com um violão. Estou permitindo isso apenas pela promessa que ele ainda vai gravar um cantando rock.




Pra quem quiser acompanhar o trabalho do nosso jovem bardo, se inscreva no canal, clicando aqui. Eu estarei postando os vídeos novos conforme ele for fazendo-os.
  E por falar em música, esses dias eu assisti o filme 8 mile, aquele com o Eminem. Em minha tenra juventude, fui muito fã do rapper, e até hoje não havia visto o filme. Ao contrário do que pensei, não é sobre  a vida dele (embora provavelmente algumas coisas foram baseadas), mas uma história sobre a dificuldade de um rapper branco em conseguir respeito e conhecimento.




  A trama do filme gira em torno de Rabbit (o Eminem) e seus dramas com sua mãe, suas dificuldades em manter o emprego, e no sonho de gravar uma demo e ser contratado por uma gravadora. O filme não é nada demais, mas é bem legal, me divertiu.
 A dinâmica do Rabbit com seus amigos ficou muito legal, e a batalha de rap que acontece no final do filme foi muito maneira.  Filme nota 7, divertido e despretensioso. Agora o título dele em português...

8 mile - rua das ilusões

 Mudando de assunto, tivemos o Super Bowl ontem, recheado de spots de filmes. Saiu uma penca ,e pra não ficar muito grande, vou postar os dois que achei mais interessantes. O primeiro, o teaser da segunda temporada de Stranger Things.



  Meu Odin, o que é isso? Os produtores já haviam comentado que a segunda temporada seria mais sombria, ao que tudo indica o Will agora terá alguma conexão com as criaturas do mundo invertido, ao ponto de talvez atraí-las pro nosso mundo. Será que as dimensões vão começar a se misturar? E o que é aquele monstro gigantesco? Outubro... mal posso esperar!
  E pra fechar o post, o clima descontraído que vai reinar em Guardiões da Galáxia vol 2. Esse filme vai ser demais:



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

This Is The Time

  Pelo Spotify, sempre acabo trombando com bandas diferentes, descobertas muito boas. (é por isso que em minha vida existem dois deuses, o Netflix, senhor da imagem e da trama, e Spotify, senhor do som e da letra)
 A banda que trago hoje é Nothing More, uma banda classificada como Hard Metal, formada em 2003, no Texas. A música This Is The Time, me conquistou, não só pelo som, mas pela letra. Confiram:




We always start with good intentions
But lose ourselves along the way

 Não escutei mais nada deles ainda, mas essa música me ganhou. Imagino que pela quantidade de efeito na voz do vocalista, no ao vivo não sejam lá grande coisa, e o rockeiro tradicional torce o nariz pro estilo da banda, mas quem se importa? Eu gostei pra karalho. 

sábado, 17 de dezembro de 2016

Hardwired…to Self-Destruct

   Hardwired... to Self Destruct, lançado em 18 de novembro marcou o fim do jejum de álbuns que os fãs de Metallica enfrentavam desde 2008.  O novo álbum trouxe uma coleção de músicas que remetem a várias fazes da banda, tendo músicas mais agressivas, como Hardwired, cuja bateria é agressiva, e a música tem um ritmo de pura adrenalina e explosão (lembrando muito o tom da banda nos primeiros álbuns), enquanto algumas destoam mais do que a banda está habituada a fazer, como a minha preferida no álbum: Dream no More.  A música, com um tom mais sombrio, canta sobre ninguém menos que o abissal deus das trevas, Cthulhu, com trechos bem sinistros na voz de James Hetfield.


  
  Atlas, Rise! Por sua vez nos fala sobre o gigante responsável por seguras os céus, uma música com letra mitológica, é uma das que mais gostei.  Halo on Fire é outra música que se destaca, com solos empolgantes, e um ritmo que sobe e desce feito montanha russa, com uma ótima melodia.
  Outra que gostei muito, foi a que encerra o álbum, Spit Out The Bone, apesar de ser um pouco longa, começa com uma explosão da bateria de Lars, e muda muito lá pro meio, com um refrão meio
melódico que me cativou.
 Meu problema com Hardwired está na sua duração. A maioria das músicas tem seus seis ou sete minutos, avoado como sou, musica comprida sempre foi um problema. E o número total de faixas também, pareceu ser um álbum extenso demais.
    Esse problema fica ainda mais acentuado pelo fato de as melhores músicas estarem no primeiro disco, dando ao segundo um tom de mais do mesmo, embora tenham ótimas musicas. Confesso que a segunda metade do segundo disco preciso ouvir com mais atenção...
    Mas como imaginava, a recepção do álbum pelos ditos “fãs” não foi nada boa. Muita gente reclamou que o álbum não tem a mesma pegada dos três primeiros. As pessoas precisam entender, a banda envelheceu, o mundo mudou, aquela pegada dos anos 80 não voltam mais. Não cabem mais, eu até diria. Metallica mudou, está mais velho e mais sábio, e talvez seja hora desses fãs mais xiitas aceitarem isso.



  Dizer que a banda traiu o movimento é um absurdo ainda maior. Os caras querem ganhar dinheiro? Mas é claro, quem nesse mundo azul não o quer? Aceitem que os caras que você admirou no passado mudaram, estão mais maduros e fazem um som mais sóbrio do que em sua juventude. A voz de
Hetfield é uma grande prova disso.
 Não sou um grande entendedor da parte técnica das músicas, então tudo que posso dizer é que o álbum me agradou. Metallica sempre foi uma banda muito querida, e fico feliz de ter material novo deles sendo lançado ainda. E um material tão empolgante ainda por cima.
   Hardwired... to Self Destruction, com sua capa maluca, é uma  grande narrativa, da trajetória do Metallica. Está aqui, entre os favoritos, sem dúvidas, ao lado de grandes lendas...

  Eu não sou muito bom pra falar de álbuns, mas to arranhando um textin aqui porque tem muita banda que quero compartilhar aqui... então me aguentem...
  

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Gilgamesh em ócio uma vez mais

 Oláááá queridos leitores! Um formato de post que a muito eu não faço. Dos tempos em, que o blog não devia ter mais que cinco membros, e a maioria trabalhava junto comigo, quando meu nome não era Jyuuken, mas sim Gilgamesh... nostálgicos tempos, onde eu ficava entediado nas madrugadas e acabava por fazer posts sem conexão entre os assuntos.
 É o meu tipo favorito de post.

 Primeiro, quero deixar duas recomendações aqui. A primeira é o The Cast, o podcast da Slice,
embaixadora do Spirit (super famosa, por sinal), onde ela fala sobre as categorias mais populares de fanfics. Aliás, essa já é uma outra grande dica: Fanfics. Se você gosta de ler, e de reimaginar personagens, fanfics é o que você procura. E o Spirit é o lugar onde elas nascem. Existem inúmeros tipo de fanfics, e pra que explicar se a Slice já fez isso? Confere ai o podcast dela.

 O outro podcast que quero indicar aqui é o Pelada na net, um podcast, vejam, vocês, sobre futebol. Vitin (o príncipe negro), Pepe, Doug Lira e muitos outros se reunem semanalmente para um dos podcasts mais
hilários que já encontrei. Humor nonsense, e muitas risadas dos próprios participantes (risadas de verdade, não aquilo que se escuta no Nerdcast). Eu gosto por que me ensina e me faz rir.

 Mudando um pouco de assunto, quem me conhece de perto sabe como eu torço o nariz pra músicas nacionais. E por insistência da Aline, a Darkhearth, eu acabei parando pra ouvir Engenheiros do Havaii. Eu até curti o som dos caras! Dou destaque aqui para a música "Depois de Nós":




No Sentimentos Estranhos tem um post falando um pouco sobre a banda, Clique aqui e confira. E eu não sei se já falei por aqui, mas a Aline, cheia de inspiração e revolta lançou mais um Cólera Poética.


Seu diploma era um atestado
Para poder proliferar idealismos raivosos
Deturpava tudo, desfazia o estado
Deixava os verdadeiros doutores furiosos.


 Então clica ai e confere!


 E pra fechar, a temporada de animes começou! E de tudo que eu vi até agora (o que não é muita coisa), o anime que mais me chamou a atenção foi Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu! O anime conta a história de Subaru, um jovem personagem principal que tem todos os clichês obrigatórios, que de repente se vê em um mundo medieval de fantasia. O legal é que ele usa metalinguagem, e Subaru fica a todo momento dizendo o que
deve acontecer, já que ele está sendo o protagonista de uma aventura.
 Mas o anime não é só isso. Acontecimentos o levam a entrar em confronto com pessoas perigosas, e acabar sendo morto... apenas para despertar no inicio do dia. Preso no mesmo ciclo, o dia da marmota! São dois conceitos muito bons que aborda esse anime, e se olharmos bem a abertura... esse anime promete!



 É isso galera, fiquem de olho que em breve teremos novidades no canal... e um podcast sobre Gantz! Aguardem!

sábado, 23 de janeiro de 2016

BabyMetal

O que pensar de uma banda de metal que tem como principal 3 idols de Jpop? Com certeza seu "que merda" , banda colorida de merda e sem sentido algum, mas ao dar play em vídeo de BabyMetal, achei totalmente... estranho, bizarro mas mesmo assim muito foda!!!!
primeiro pensamento é

 Uma banda que pela própria gravadora é considerado de gênero kawai metal, formada pelas 3 vocalistas e dançarinas, Su-metal de 18 anos, sendo a responsável pelo vocal e dança, Yuimetal e Moametal de 16 anos responsáveis mais pelas coreografias e vocais.
 E mesmo não sendo tão conhecidas aqui no ocidente foram escolhidas, não apenas uma, mas cinco vezes para fazer a abertura de shows da Lady Gaga, e em  novembro de 2014 o grupo apresentou-se em Londres, estreando a canção "Road of Resistance", que, mais tarde, veio a ser anunciada como uma colaboração entre Babymetal, Sam Totman e Herman Li, guitarristas da banda britânica de speed metal DragonForce. A canção foi lançada como single digital em fevereiro de 2015.
 E se você também curte coisas diferentes e bizarrices asiáticas procurem por essa banda um tanto quanto diferente.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Eluveitie - King

 Já faz um tempo que eu tô querendo indicar essa banda fantástica aqui no blog. Eluveitie é uma banda de folk death metal suíça, com uma gama de instrumentos incríveis, e uma mistura de vocais agressivos e suaves feitos pela dupla Chrigel Glanzmann e Anna Murphy.
 A música baixo, King, tem um solo dos mais insanos que já vi... com até uma flauta solando! Muito, mas muito phoda... chega de falar, confiram essa banda sem igual:


domingo, 3 de janeiro de 2016

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Heart of fire

 Foi árdua a batalha que acabei de travar contra uma simples casca de pipoca...já estava considerando usar ácido contra meu inimigo, mas felizmente eu sai vitorioso.Mas deixe de besteira, quem aqui nunca jogou castlevânia?  Desde os clássicos do nintendinho, até mesmo ao lords of shadows, esse jogo sempre me cativou por sua temática, ambientação e é claro, suas músicas.
 Castlevânia sempre teve músicas pelas quais eu me apaixono de cara. Uma delas é Heart of fire, que no jogo do nes (que eu jogava em um dynacom), era de uma terrível fase em um calabouço. Nunca consegui passar aquela maldita fase, cujo boss era a própria morte...
 Mas a música dessa fase, meu amigo, era foda! E o canal FamilyJules7X fez uma versão épica com guitarra dela:





 Havia uma fila, e nela estavam dando talento e habilidades. Esse cara ficou nela, Eu achei muito grande... Quem curte os jogos dessa série, eu recomendo o Dawn of Sorrow, pra Ds. O jogo conta a história de Soma Criuz, a reencarnação do Drácula. Devido a acontecimentos do jogo anterior (Aria of Sorrow), Soma abdicou a sua natureza das trevas, porém, um culto pretende fazer cair as sombras sobre nosso mundo, e para isso, Célia, a líder, está disposta a qualquer coisa para despertar o poder obscuro no coração do protagonista.
 A jogabilidade é boa, e o jogo conta com uma variedade de cenários, inimigos, e personagens, bem como itens e armas. Com muito mapa para explorar, e muitos bosses, o jogo é viciante. Na net é facil encontrar uma room traduzida, o que aumenta mais a imerção. Um ótimo jogo, nos moldes dos antigos games de plataforma. E nesse game, no mapa
Condened Tower, outra música épica:





 Um novo castlevania precisa ser feito, por que o último Lords of Shadows, na minha humilde opinião de campônes, deixou a desejar...O jogo não precisa de gráficos mirabolantes, precisa de muitas horas de jogo, muitos mapas e inimigos, e boas músicas... porque afinal, o que seriam dos jogos sem suas respectivas músicas?
 Então é isso, pegue seu chicote, sua cruz e água benta, e vamos banir as sombras deste mundo!! Até a próxima!


terça-feira, 21 de julho de 2015

Powerwolf - Blessed & Possessed

 Ah, mas existem bandas que fazem vibrar o tecido da realidade! Powerwolf sem dúvidas é uma delas. Com seu som cheio de tons sombrios e melódicos, que parecem sair de uma igreja medieval, é uma das minhas bandas preferidas. E eis que eu nem sabia que eles lançaram um cd novo (sim, eu sou desinformado), e senhoras e senhores, que cd magnifico!!!




 Só uma pequena amostra do poder!! Então, não perca mais tempo, baixe aqui o cd novo, e aqui a discografia inteira da banda! As capas da banda são sempre muito phodas, e essa não deixou em nada a desejar. Desperte o cosmo do metal em vocês!!!!

sábado, 14 de março de 2015

Tokyo Ghoul Op 1

 Belíssima abertura do anime Tokyo Ghoul, cuja segunda temporada ainda não assisti. No anime, Ghouls vivem as sombras da sociedade, consumindo carne humana para saciar sua fome voraz, ao passo que são caçados por uma organização governamental, que tem como objetivo, exterminar esses monstros.

 Mas toda história tem dois lados, as vezes, os monstros podem não ser tão culpados assim...


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Cronicaex 3 Anos!!!!

 Parece que foi ontem que tudo começou... o grande projeto chega aos três anos de existência, e eu agradeço aos membros por me aturarem por tanto tempo!

 E nesse terceiro ano, temos a promessa de que iremos trazer novidades, sabemos que tudo anda meio parado por aqui, mas não nos abandonem, queridos leitores, traremos novidades em breve!

 E como manda a tradição, um amv, uma singela homenagem para marcar nossa estrada, vida longa ao Cronicaex!!!






domingo, 28 de dezembro de 2014

Ultima Omega

 Já devo ter escutado essa música umas 500 vezes... muito épica! Animem o domingo de vocês, deem play, e soltem a imaginação. Visualizem um exército, um dragão, um ser de pura magia, um conflito que estremece as finas cortinas da realidade. Imagine o fogo consumindo tudo, e um poderoso e imponente herói se erguendo.




 Em breve, um novo projeto noCronicaex...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Hidromel, música e uma boa briga! #2

Eae pessoas que acompanham o blog, tudo bem com vocês? Após um sumiço repentino de fim de semestre, estou aqui de volta para lhes trazer mais um post sobre musicas épicas, mais precisamente uma música de de taverna, daquelas que empolgam, nos animam para iniciar uma grande aventura, ou nos relaxam depois de uma longa jornada nas estradas e nos ermos, sentando na cadeira mais próxima e enchendo a cara de hidromel até cair ou literalmente apagar depois de levar um soco bem dado no nariz em uma briga amigável com aquele outro guerreiro que estava sentado do outro lado enchendo a cara.

Sintam a energia!



E até a próxima pessoal! o/

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Blind Guardian - Sacred World

 Tem certas músicas, que de tão épicas que são, reverberam no véu entre as dimensões, e o faz estremecer! Sinta o poder nesta voz, sinta o poder de Sacred Worlds:






 Uma das minhas músicas favoritas... fica o link pra acompanhar, letra ou tradução:http://letras.mus.br/blind-guardian/1729587/traducao.html

War it's now or never

We shall stand together

One by one

This world is sacred

domingo, 2 de novembro de 2014

Halcyon & On & On

Olá caros amigos!!! Mais uma vez aqui é o Akisame que vos fala, e novamente lhes trazendo um post de musicas épicas; mas hoje com uma pegada um pouquinho diferente e peculiar.
A música que estará a seguir, faz parte da trilha sonora do primeiro filme de Mortal Kombat, o que na minha opinião foi a melhor adaptação do game para o cinema, mesmo sendo um filme "antigo", não deixa nada a desejar e quem é fã de um bom filme de lutas e artes marciais, ou até mesmo fã da série Mortal Kombat, deve assistir. Um ótimo filme mesmo, tenho até hoje minha fita cassete do mesmo guardada aqui em casa, das incontáveis vezes que o assisti.

Divagações do filme a parte, algo que num futuro pode render um post sobre ele ( ou não rsrs), quem assistiu o filme vai saber de qual momento é essa musica, lá no finalzinho mesmo onde nosso auda herói Liu Kang derrota Shang Tsung.

Sinceramente, ao ouvir essa musica novamente, me veio imagens do filme a mente (que assisti dezenas de vezes, devo até ter algumas falar gravadas na memória ^^), sinto uma certa paz de espírito e uma certa nostalgia de quando era pequeno, de coisas que eu fazia, situações, diversas lembranças, todas muito boas e inesquecíveis. E mesmo sendo uma pessoa jovem ainda, paro e penso nesse tempo todo que já passei e nas coisas que vivi e não tem como ficar com aquele pensamento na mente de "cara, como o tempo passa! parece que foi ontem a primeira vez que vi isso..."

E é nesse clima agradável que se encerra mais uma noite de sábado e dá inicio a mais um domingo.

Aproveitem a música e até a próxima!

domingo, 26 de outubro de 2014

Essência da vida!

Olá, caros amigos amantes de uma boa musica! Hoje venho lhes trazer mais uma, com o titulo e melodia bem peculiares, que rendem boas e até longas reflexões.

Muitos vivem em busca de grandes impérios, poder, ser superior a tudo e a todos, enquanto outros buscam uma vida de simplicidade, onde cada passo é dado de cada vez, sentindo o valor e "essência", das pequenas coisas, em seu viver, em seu agir.

Qual é a essência de sua vida?