Uma excelente notícia para os treinadores Pokémon! Vem ai um novo game para franquia.
Lembra quando saiu o game Pokémon Go para smartphone e você andou por quilômetros fazendo capturas e chocando ovos. Sua jornada no mundo real não foi em vão. Aguenta ai que já eu te explico!
O novo jogo, cujo trailer foi anunciado nessa terça-feira (29/05/18), saíra exclusivamente para o Nintendo Switch e promete uma gama de interatividade. Então se ainda não tem o console, pode começar a juntar às moedas.
Como já é de costume na franquia principal, o game terá duas versões, uma chamada Pokémon Let’Go Pikachu! e a outra chamada Pokémon Let’Go Eevee!
Vamos com algumas informações que foram apresentadas no trailer:
- Nele vemos que o pokémon principal de cada jogo (Pikachu ou Eevee) se mantém fora da pokebola durante a exploração pelo mapa.
- Os pokémons que podemos capturar agora podem ser vistos no mapa, o que ajuda muito ao invés de passarmos tempo explorando as graminhas e torcer para aparecer o pokémon que queremos batalhar.
- O sistema de captura será semelhante ao utilizado no game Pokémon Go, mas ao invés de usar o dedo na tela do celular para arremessar as pokebolas, será utilizado os joy com com sensor de movimento do Nintendo Switch.
- Pela primeira vez será possível jogar em modo cooperativo (co-op), sendo que os dois personagens aparecerão juntos na tela. Ambos poderão capturar pokémons ao mesmo tempo e se ajudarem nas batalhas em dupla.
Um novo acessório será vendido para o game, este é o controle pokebola. Este tem o formado de uma pokebola e um botão analógico no centro que serve para mover o personagem. Para realizar uma captura, basta usar o sensor de movimento como se você realmente estivesse jogando a pokebola. Uma luz acende no controle indicando se a captura foi concluída com sucesso.
Tudo indica que esse controle terá interatividade fora do jogo também. Será possível ouvir o pokémon que está dentro dela, realizando alguns movimentos com o controle.
Lembra que eu falei lá no começo sobre seus pokémons que foram capturados com o Pokémon Go! Os dois jogos terão conectividade um com o outro. O móbile com o de console. Será possível você capturar um pokémon no mundo real, parear seu smartphone com o Nintendo Switch e utilizar esse mesmo pokémon em sua jornada. O contraria também funciona.
JOGUE DO SEU JEITO!
Utiliza seus pokémons como montaria, brinque, personalize seu mascote, lute contra a Equipe Rocket e vença os melhores. Até você ficar cara a cara com Mewtwo.
Sua primeira aventura em um novo estilo está com data marcada para 16 de novembro de 2018.
Assista ao trailer de lançamento e escreva nos comentários a sua opinião.
É inegável o pesada importância que as músicas tem nos jogos, a trilha sonora dita a emoção que o jogador irá sentir, bem como o ritmo do jogo. Ao longo de todos esses anos, foram muitas as músicas que me marcaram profundamente, e não é incomum me encontrarem por ai ouvindo trilha sonora de jogos, até mesmo as do nintendinho.
Por mais que fossem simples, as músicas dos primórdios dos jogos tem sempre um lugar especial em meu coração, me fazem lembrar de muitas tardes passadas ou jogando meu Dynacom em casa, ou o Snes na casa do Higor.
Esse magnífico canal faz versões acapela de grandes clássicos, e uma das minhas favoritas é Mute City, acho que a primeira pista de F-zero. Assim como quase todas as trilhas deste jogo, ela me traz um sentimento de estranheza, que fica mais forte com os cenários das pistas. Sei lá, talvez loucura minha, mas sentia uma certa solidão, eram pistas no meio do nada, com uma cidade ao fundo, e não se via humanos em lugar algum. E na época eu achava esse jogo difícil pra krai (ainda acho na verdade, quase sempre acabo me explodindo fora da pista).
Outra música que gosto bastante é a Heart of Fire do Castlevânia. Imagino que ela tenha se repetido em vários dos jogos da série, mas onde eu conheci ela foi no primeiro jogo do Nes. Ela tocava na fase do calabouço, cujo chefão era a própria morte em pessoa. Como essa fase me atormentava! Nunca fui capaz de passá-la, e acho que foi a trilha do jogo que mais grudou na minha cabeça!
Toda a saga Castlevânia traz excelentes músicas, dá pra encher um post só com elas. E essa versão abaixo, nas guitarra, que já devo até ter postado por aqui, faz o sangue ferver com o poder do metal, e ressoar com a nostalgia.
Dando um grande salto temporal, indo até Dark Souls 3, a épica trilha que embala a batalha contra os irmãos principes. Mais que música magnífica, um instrumental pesado, que cresce junto com a luta. Me lembro de como essa boss battle foi marcante.
Um chefão duplo, com ataques pesados e velozes, junto com toda a sensação de fragilidade que a série souls traz, a música traz em si uma tristeza e majestosidade únicos. E quando os irmãos se unem para te enfrentar, a música desperta um coral, os golpes do irmão mais velho mudam e se tornam ainda mais mortais... lembro claramente de uma cena, minha vida por um triz, o irmão mais velho ergue a espada sob sua cabeça, segurando-a com as duas mãos. A arma brilha como a luz da alvorada. Em meu coração sei que se aquele golpe me acertar, será meu fim. A espada corta o ar, pesada como o mundo, e uma rajada de luz rasga o chão de pedra. Entoado pelas vozes do coral da trilha, me esquivo nos últimos instantes, me livrando daquele poderoso ataque! Uma das lutas mais épicas que já vivi! É claro que ele me matou pouco depois...
As músicas são uma das partes mais fodas de ser gamer. Faz parte da experiência, e toda boa batalha é regida por uma boa música. Desde uma invasão alienígena em 8-bits a uma alucinante corrida em 4k, as trilhas sonoras são a alma dos jogos, são aquilo que tornam coisas grandes em coisas marcantes.
É isso povo, algumas musicas legais pra embalar a noite(ou o dia), se você não tem o hábito de escutar as trilhas dos jogos que você consome, recomendo-o a experimentar, garanto que não irá se arrepender...
Independente de qual a plataforma na qual você joga, 2017 irá trazer felicidades a todos. Comecemos esta lista com For Honor, da Ubisoft, com lançamento marcado para 14 de fevereiro. O jogo traz grandes combates medievais por todas as regiões do mundo e diversas épocas de nossa história, trazendo uma diversidade de exércitos de encher os olhos. Com um multiplayer muito empolgante, o game promete:
Chegando dia 21 de janeiro, o novo Resident Evil irá marcar uma grande mudança no estilo do jogo. Agora em primeira pessoa, com foco total no horror, quem jogou a demo sabe o quão aterrorizante tá vagar por aquela casa assombrada. É quase um sucessor espiritual de PT:
E o tão aguardado Red Dead Redemption 2 finalmente se tornou realidade. Quando o trailer foi divulgado, a internet parou pra ver a mais recente obra da Rockstar. Ainda sem data confirmada, as expectativas em torno do game crescem a cada dia, e vindo da Rockstar, podemos esperar por algo colossal:
E a Nintendo retorna ao páreo, com Switch, seu novo console que promete mudar paradigmas da industria dos games. E junto com ele, já chega um game de peso: The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Com o lançamento previsto para 3 de março, o game vai trazer um imersivo mundo aberto para ser explorado, com gráficos lindos...
E é claro, Mario. Foi anunciado a poucos dias, Super Mario Odyssey, com o encanador no mundo real! Mas o que????
Ainda sem data marcada, Injustice 2 vai trazer grandes novidades, além de uma gama maior de personagens. Com um sistema de personalização de armaduras, teremos mais porrada de super seres comendo solta por ai.
E pra brigar com a Dc, vem Marvel V.s. Capcom: Infinite, trazendo novamente o bom e velho crossover de personagens. Legal ver o Mega Man no meio da porradaria:
Mass Effect: Andrômeda, que promete ser grandioso. Ainda sem data marcada, o jogo vai se passar numa nova galáxia, trazendo novas raças, novos personagens, e um ar novo a franquia após o polemico final do terceiro jogo da série.
E pra fechar o post, Horizon: Zero Dawn, o exclusivo da Sony que trará um mundo tomado por máquinas selvagens, com a civilização humana de volta aos costumes tribais. Gráficos lindos, e uma gama de animais robóticos imensa, chega as lojas dia 28 de fevereiro, e mal posso esperar por isso.
É isso, meu povo. Sentiu falta de algum game nesse post? Comenta ai... até a próxima!
O cosmo despertou em mim, quando finalmente entrou em promoção Os Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados. O jogo, que conta toda a história do anime, desde as doze casas até Hades, foi lançado em 2015, para Ps3, Ps4 e Pc, e meio atrasado, pude jogar o game.
A dublagem feita pela EcoGames, nos estúdios DuBrasil foi primorosa. Salvo algumas poucas exceções, todas as marcantes vozes originais estão presentes, dando um charme nostálgico único ao game. E como a história passa por todas as sagas, é possível rever cenas marcantes, como o embate de Camus e Hyoga, ou a luta de Siegfried contra Sorento, Ikki contra Kanon... está tudo ali, pra ser protagonizado por você.
A quantidade de personagens também é um ponto muito forte do jogo. Ao todo são 48, tendo todos os guerreiros deuses, todos os generais marinas, os três juízes do inferno, e todos os deuses que apareceram no anime, e isso inclui os gêmeos Thanatos e Hypnos. Há também uma variedade gigantesca de trajes e armaduras para ser desbloqueadas, inclusive as lendárias armaduras divinas.
Ou seja, o jogo é completo. Quem é fã de cavaleiros vai delirar, principalmente com a dublagem. Porém, o jogo tá muito longe de ser perfeito. O modo história deixa a desejar, já que as cutscenes, que poderiam ser animações épicas refazendo as cenas do anime, são fracas cenas feitas com os bonecos do jogo, com trilha genérica e pouco recurso, mais parecendo uma brincadeira de Cloth Myth sem emoção e expressão alguma.
Se as cutscenes pecam, as batalhas somam pontos. A variedade de golpes é um ponto forte, e grandes batalhas estão sendo travadas entre Kaito e eu. E como tá dublado, fica ainda melhor. Minha única reclamação é por ser muito fácil evitar o golpe mais forte, o supremo Abb... mas isso acaba sendo apenas um pequeno detalhe.
É muito divertido ter todos os personagens disponíveis, com tanta variedade de armaduras. Quem nunca quis fazer uma invasão de espectros a Asgard? Ou uma revanche dos cavaleiros de ouro contra os generais marinas?
E por falar em cavaleiros, o Ishida, lá do MangáMania fez um video, montando o seu santuário ideal, confere ai:
Existem jogos que nos proporciona experiências únicas, que nos marcam de tal maneira, nos cativam e nos emocionam de tal forma, que nos fazem sentir orgulho, sim orgulho, de ser gamer, e poder estar vivendo (sim eu digo vivendo) aquela história.
The Last of Us é um jogo consagrado, e está entre os melhores, os mais épicos que já joguei, e sei que não são poucos os que concordam comigo. The Last of Us e mais que um simples jogo de zumbis, é uma história sobre o quão terrível é ver todos a sua volta morrerem, todos os que você ama, e você se tornar " o último de nós".
O jogo já começa com um menu espetacular. A melancolia que a música passa, ali baixinha, mostrando nada além de uma janela, uma sensação de abandono e solidão enchem sua alma.. e a tela de carregamento, com esporos voando...tudo isso já te ambiente na tristeza dos personagens que vivem naquele mundo devastado.
O cordyceps é um fungo que domina seu hospedeiro, e o controla, muda seu comportamento, de
forma que possa auxiliar na reprodução do fungo. A doença começou nas zonas rurais, sendo abafado pelo governo, e quando todos se deram conta, já era tarde demais. Houve o caos, pessoas tentando fugir, enquanto doentes perdiam sua humanidade e se tornavam monstros. A espiral de desespero em que o jogo começa é uma vaga tentativa de Joel de proteger aquilo que lhe é mais precioso. Sua filha, que acaba sendo morta, as ordens do exército era de não deixar ninguém sair da cidade, numa vã esperança de conter a doença. E tal medida acabou por vitimar a pequena Sarah ,e com ela, o coração de seu pai vai junto.
Não sabemos ao certo como as coisas se desenrolaram após isso. Houveram evacuações em massa, das quais Joel e Tommy participaram. Zonas de quarentena foram estabelecidas, para onde as pessoas foram levadas. Algumas se esconderam, algumas tentaram se proteger, e durante todo o jogo nós encontramos registros, anotações e as esperanças de pessoas que foram deixadas para trás. Em uma escola de alguma cidade mais afastada, encontramos um abrigo, onde os alunos tentavam se manter vivos, até serem encontrados pelo exército. Porém, as buscas em um determinado momento foram encerradas, e na escola, não encontramos ninguém vivo, apenas infectados, vários clickers e até mesmo um Bloater .
A busca pela cura era algo que dava esperança as pessoas. Mas houve um vazamento de relatórios da Oms, que mostravam que uma cura nunca seria encontrada. E talvez foi nesse momento que tudo colapsou de vez. Sabemos que Joel e Tommy já foram caçadores, e fizeram coisas terríveis. Em um diálogo entre os irmãos, Tommy diz que ainda tem pesadelos com todos aqueles dias. Foi tudo terrível demais, e se você é do tipo que joga games de zumbis e fica nessa de "vem apocalipse zumbi", aprenda uma coisa: Tudo que você vai conseguir é ver todos os que ama tendo mortes horríveis, ou se tornando aquelas cosias das quais você está fugindo, e será você quem irá precisar matar sua própria família. E no fim, se tiver sobrevivido, estará tão destruído por dentro, que não irá acreditar em mais nada. Nada será capaz de aplacar a dor que você irá sentir...
Nossa jornada começa uns vinte e cinco anos depois do começo do surto, e as coisas meio que se estabeleceram. Existem as zonas de quarentena, onde se vive mal, mas pelo menos existe segurança. Existe os Vaga-lumes, que tentam derrubar o governo militar atual, e também buscam encontrar uma cura. Os caçadores tomaram algumas zonas de quarentena que entraram em colapso, e muitos lugares pertencem aos infectados agora. E alguns vivem isolados, como o Bill, alguns tentam criar abrigos em locais improváveis, como o pobre Ish.
Nossa missão é levar a garota, Ellie, até uma base dos vaga-lumes. Ela é imune, e através dela, uma cura poderá ser descoberta. Joel e Tess apostam tudo nisso. Na verdade, Tess aposta, e a morte da companheira é o que acaba obrigando Joel a seguir com o serviço. Mas tudo dá errado, e o que parecia ser simples se torna em uma longa e desesperada viagem.
Joel não quer se apegar a Ellie. Ele não suportaria mais uma perda. Seu coração endurecido tenta manter as coisas no modo profissional. Mas os dois passam por tanta coisa juntos...
Ellie nunca conheceu o mundo antes, já tendo nascido após a queda da sociedade. E como ela mesmo diz, todos que ela conheceu, todos que ela gostava se foram. Tudo que resta a ela é o Joel, que não queria ter esse tipo de envolvimento com mais ninguém... mas acaba percebendo que Ellie é agora
sua família, sua amiga, sua filha...tudo que lhe resta. O laço entre os dois é forjado por fogo e sangue, forjado por nós que estamos ali jogando com o coração nas mãos, torcendo para que tudo dê certo. Mas a terrível conclusão é que para encontrar a cura, Ellie deve morrer. Para que o parasita em seu cérebro possa ser coletado, ela deve morrer. Marlene, que a conhecia desde o nascimento, e conheceu sua mãe, tentava se convencer de que estava fazendo o que é certo. Ao passo de que Joel não aceita de forma alguma... mas qual diabos seria a escolha certa? Salvar a humanidade, e matar a última pessoa com quem você consegue se importar, pela qual você lutou para manter viva, ou sacrificar toda a pequena chance de mudar essa situação terrível do mundo, para que apenas uma pessoa viva alguns dias a mais, até que o acaso resolva destrui-la também? Não vejo otimismo nesse mundo, um dia todos irão acabar caindo ante os infectados. Foi assim com a comunidade que Ish criou, onde um descuido vitimou todos. Cedo ou tarde, todos nesse mundo irão ser cercados pela terrível doença, e não restará zona de quarentena, nem caçadores, apenas o abandono de um mundo vazio. E para Ellie, quando tudo passar, quando todos tiverem morrido, ela ainda estará lá, sozinha... e esse é seu maior medo. Tanto que ela não se importaria em morrer, para dar a humanidade, mais uma chance.
Não há certo ou errado nesse final. E Joel escolhe Ellie. Escolhe destruir a pesquisa pela cura. Escolhe salvar aquela que o fez se importar novamente. E não importa o que, você precisa encontrar um motivo para continuar lutando...
Adoro quando o jogo tem escolhas! Desde coisas simples,como escolher o que seu personagem irá dizer durante uma conversa, até coisas maiores, como escolher quem salvar, ou qual inimigo matar, sempre me cativam. E isso tem evoluído junto com as gerações, agora as escolhas causam impactos e mudam completamente a linha da história do jogo. The Witcher 3 trouxe isso em níveis jamais vistos, onde eu consegui uma história completamente diferente da de meu irmão, personagens vivos em meu jogo que no dele estavam mortos.
A Telltale trouxe jogos de diálogos e escolhas para o centro das atenções de novo. E na onda, veio Life is Strange, jogo da Square Enix, do começo do ano passado, que mistura o gênero de escolhas com viagem no tempo. Como não adorar isso?
A premissa do jogo é algo simples, de primeira vista. Sim, a personagem principal, Max, pode manipular o tempo, mas ela não altera o curso da humanidade, nem impede uma gigantesca rebelião das máquinas. A história se concentra no cotidiano da escola Blackwell, na pequena cidade de Arcadia Bay, e mesmo a visão apocalíptica que temos logo de cara parece algo distante, quase impossível de acontecer.
A história vai evoluindo e crescendo no decorrer de seus capítulos, junto com o drama dos personagens e a escala de poderes da Max, mas tudo com calma, bem feito e amarradinho. A trama é pesada, sobre perdas, abusos, bullying, e como a amizade pode superar todas as tragédias que cercam nosso cotidiano.
Com gráficos artísticos, trilha sonora muito bem escolhida, e o carisma de todo mundo ali, o jogo se torna envolvente, e cada escolha que o jogador toma, na pele da Max, reverberará por todo o jogo (por isso pense bem antes de ir contra alguém, em uma discussão), mas o que é isso, senão um reflexo de nossas vidas?
Maxine Caulfield, nossa personagem principal, é uma estudante de fotografia, muito talentosa por sinal, que havia ido embora de Arcadia Bay, após um triste evento de sua infância. De volta a pequena cidade, atraída pelo famoso professor de fotografia, Mark Jefferson, ela se sente meio solitária e deslocada.
Alguma situação estranha tá rolando, uma das alunas, Kate Marsh, parece estar sofrendo bullying por conta de algum vídeo que anda sendo espalhado pela internet, e Max não sabe ao certo o que fazer para ajudar a amiga. Logo de cara, no começo do jogo, Max tem uma visão de um tornado destruindo a cidade, algo que parece não fazer muito sentido, mas forte o suficiente para tirar a atenção dela naquela manhã.
Depois da aula, Max vai até o banheiro, no caminho, você pode ir interagindo com tudo e todos, algo que também me ganha em um jogo, me faz sentir que realmente eu faço parte daquele mundo. Enquanto ela fotografa uma borboleta, perdida por ali, um garoto entra no banheiro, seguido de uma garota de cabelo azul. Escondida, Max os observa discutindo, e então, o jovem saca uma arma, e dispara contra a garota. Chocada, Max vê a jovem de cabelos azuis agonizando, e quando se dá conta... ela voltou ao começo da aula, onde havíamos começado o jogo! Genial, me ganhou ai! Sou fascinado em viagem no tempo, e quando bem feito, temos histórias lindamente marcantes. Esse jogo me ensinou uma lição (eu que sou metido a escritor), pra uma história dessas ser boa, foque nos personagens! Sim! O
foco do jogo nunca são seus poderes, como os ganhou, ou até mesmo o futuro catastrófico que ela vislumbrou, mas sim a vida deles, e qual o impacto que os poderes de Max vão causar sobre todos ao seu redor. Isso porque ela corre ao banheiro, e impede a garota de ser assassinada! E essa garota é sua antiga amiga de infância, de quem ela havia se afastado, Chloe Price!
A partir daí, a trama se desenrola, algo obscuro está acontecendo na escola, algo envolvendo os poderosos Precott, e seu psicótico filho Nathan, e uma garota desaparecida, que era amiga de Chloe. Enquanto investigam as coisas, Max vai evoluindo seus poderes, e escolham e consequências caem sob seus ombros. Não te parece fantástico? Se você não jogou ainda, esse post termina aqui pra você. A partir daqui, Spoilers, e não aconselho-o a continuar.
Cada final de capítulo é uma facada no coração. Não sei qual me deixou mais chocado, se o final do terceiro, quando, ao mudar todo o passado, Max se depara com uma Chloe tetraplégica em uma cadeiras de rodas, que te da um aperto no coração, por sinal; ou o impactante (e ponto alto do jogo, pra mim) final do quarto capitulo, quando tudo muda! Tudo!!! O verdadeiro maniaco era Jefferson, o professor boa pinta e gente boa, em quem depositei toda a minha confiança!Que reviravolta dos infernos!!! Os poderes de Max me lembraram os poderes do Dastan, do Prince of Persia (hehehehehehe, to
falando sério), uma pequena rebobinada no tempo aqui, pra desfazer uma cagada, uma congelada no tempo ali. Quando Max congelou o tempo, pra resgatar Kate no terraço, meu coração congelou junto. É incrível como quem tá jogando acaba imerso na trama, se preocupando com os personagens, e ficando aflito quando alguém tá em perigo.
Naturalmente, quem mexe com o tempo, acaba encontrado formas de voltar muito no passado, e criar linhas do tempo alternativas. Mas cada alteração dessas só trouxe mais dor a Max, pelas escolhas que ela precisou tomar para deixar tudo como era antes.
E conforme o jogo vai progredindo, a trama parece tão absoluta, tão terrível, que até nos esquecemos do tornado que parece estar vindo para acabar com a cidade. O legal de um jogo de escolhas, é que ele será único para cada jogador. cada um que pegar um controle, e se envolver em seus diálogos, terá uma experiencia única e diferente dos demais.
Com o final do jogo, fica a grande lição. A vida é feita de escolhas (eita clichê, mas pera que não acabei de filosofar), e tudo que você escolher irá gerar uma perda. Não adiante buscar a felicidade plena e absoluta, você sempre irá perder algo, ou machucar alguém. Escolher entre a melhor amiga ou a cidade quer nos dizer isso. Não importa o que façamos, no final, nossas escolhas deixaram marcas em nossas almas, e teremos que aprender a viver com elas.
O final do jogo é absoluto e completo, e não me arrependo da escolha que fiz! No final das contas, acho que não veremos um jogo desses assim tão já, algo que mexa com nosso emocional desse jeito. Life is Strange é poque de eu gostar de games. É uma história tão forte, contada de uma maneira tão intensa, que só os games sabem contar. E viver essas histórias, é algo que quem joga tem o privilégio de fazer.
Uma fonte que trabalha, na linha de produção da Foxconn, na produção do PS4 Neo, lançou o rumor de que o novo modelo do PS4 terá uma retrocompatibilidade com o PS1, PS2 e PS3.
Segundo a fonte os jogos da retro seriam em mídia física, e digital, e Todos os jogos de PS4 rodariam, a 4k 30fps ou a 1080p 60fps. E o preço sera de 399 dólares, que em real é mais ou menos R$1306 que com impostos ficaria uns R$3000.
Bom galera amanhã, pela parte da tarde, eu vou fazer uma live da beta do BF 1 la no meu canal, espero vocês lá!
canal: https://www.youtube.com/channel/UCFkRBDYfTUxd-tqbeF9sjDA
Atualizado
Galera a live vai ser a noite, por conta da dlc do BO 3 que saiu hoje. Então a live vai ter BO 3 também, até a noite.
Finalmente está a caminho de acontecer o que muitos fãs esperam a anos. O estúdio de animação EmberLab está produzindo um curta animado inspirado no game The Legend of Zelda: Majora's Mask, lançado para o Nintendo 64 em 2000.
A história do jogo se passa em Termina, uma espécie de “mundo paralelo”, em que o protagonista Link deve tentar impedir que a lua colida com o planeta, provocando o apocalipse, após ser tirada de sua órbita pelo mascarado Skull Kid.
Em 2008 se tornou final o trailer do filme em live-action The Legend of Zelda. Os fãs foram a loucura, mas tudo não passou de uma brincadeira de 1° de abril produzida pela IGN EUA.
Em 2013 a empresa Imagi, mesma produtora da animação das Tartarugas Ninjas e do filme do Astro Boy, produziu um trailer a apresentou para Nintendo, com a intenção de levar o herói de Hyrule para os cinemas, porém ela recusou a proposta é o projeto foi cancelado.
A animação de Majora's Mask ainda não possui data de lançamento. Confira o trailer:
Apresentado pela Sony na E3 de 2016, um dos títulos que pretende fazer você repensar sobre jogos com a
temática zumbi.
O game se passa-se nos Estados Unidos, num futuro não muito longínquo, dois anos após uma grande epidemia que transformou a maioria da população em criaturas muito perigosas denominadas de Freakers.
O jogador estará na pele de Deacon St. John, lutando contra hordas de infectados e superando as dificuldades encontradas pelo caminho.
Você terá um vasto mundo aberto para exploração e muita ação.
Amigos, Uncharted 4 é uma maravilha! Me custou alguns orgãos internos, mais alguns litros de sangue, e muito dinheiro... mas tá valendo a pena! Como eu não teria saco pra gravar gameplay comentado, decidi fazer um gmv da minha jogatina... então, no vídeo abaixo vocês podem conferir o início, o primeiro capítulo, que mostra como era a relação do Nathan com seu irmão, Sam. E um pouco de perseguição de barcos, com gráficos incríveis, o começo do jogo puxou mais para a história, o que já me ganhou:
Dos saudosos tempos do fliperama, a franquia The King of Fighters ressurge, num jogo exclusivo para Ps4
(uhuuuuuulll), lançamento marcado para 23 de agosto deste ano. The King of Fighter nasceu do crossover entre Fatal Fury e Art of Fighing, e acabou se tornando maior que ambos. Um dos grandes títulos de luta, Kof tem um espaço no coração de muitos gamers.
Kof XIV contará com trios clássicos e novos, formando um quadro de 50 personagens. Os gráficos agora serão em 3d, porém o modo de luta contínua o clássico plano bidimensional. Faz tempo que não sai nada de Kof, eu tô ansioso aqui:
É isso ai... Mudando de assunto, mas continuando nos games, eu to aqui empacado no The Witcher 3. Sim, ainda não terminei o jogo, por que além de ser um game gigantesco, toda vez que jogo-o, me perco na quantidade de missões secundárias.
Mas cada missão, cada pequeno pedaço desse jogo tem uma história pra contar. Pra quem não conhece, Geralt é um "witcher", um "bruxeiro", que são pessoas que passaram por um duro treinamento, e por modificações em seus corpos, e eles caçam monstros, demônios e assombrações...
Geralt de Rívia, conhecido como "lobo branco", está em uma busca por Ciri, uma jovem que ele considera como filha, e que vem sendo perseguido pela Wild Hunt, seres obscuros que querem trazer o fim ao mundo.
É isso ai, meu povo! Tentei fazer um gameplay junto com o Kaito ontem, fomos boicotados por nosso próprio Ps4, que decidiu que não iria salvar o vídeo... paciência... Mas acreditem em mim, foi épico! Até a próxima!
Fala ae! Nos últimos dias a Sony divulgou muitos detalhes do Playstation VR, a tecnologia que está prometendo revolucionar a experiência nos games. Pra quem não sabe o VR é o óculos de realidade aumentada que a Sony tem prometido.
As informações incluem preço; 399 doletas...
-Jyuuken: O que convertido na nossa atual situação, deve dar uns 1000000... dilmas. Ei Kaito, você explicou o que é esse post?
-Kaito: Aff não me atrapalhe insolente... Post compartilhado é um post feito a quatro mãos, por dois membros, dividindo linhas, palavras e
opiniões.
Como eu estava dizendo entre as varias informações, temos também a data de lançamento, outubro de 2016. Terá uma tela de oled de 5.7 polegadas, e sua resolução será de 1920 x 1080. Eu achei o design dele bem legal...
- Jyuuken : Como um bom fanboy da Sony que tu é...o que me chamou atenção é a função Cinematic, que além de reproduzir os filmes 360 que estão por vir (ou os vídeos que já existem), poderá reproduzir filmes normais, em uma tela perceptível de 225 polegadas...
- Kaito: 225 polegadas é algo que eu aprovo, diferente da sua presença nesse post, embora eu esteja curioso sobre essa tela perceptível.Alguns jogos já foram anunciados par ele: RIGS, Eve Valkyrie e Ace Combat 7.
-Jyuuken: Estamos diante da nova era? Os primeiros passos rumo ao Sword Art Online? A tecnologia avança, o futuro chegou! Algo mais Kaito?
- Kaito: Talvez seja de seu interesse que o produtor do Castlevania está trabalhando em um novo jogo...
-Jyuuken: parece promissor, mas eu to com muito sono pra isso agora...
-Kaito: Então é isso. Visitem nossa página no facebook: Connection.
Visitem também o canal do Ishida, que está cheio de novidades.
Yo! Não sei se vocês sabem, mas eu tenho um canal no youtube, onde eu posto um pouco de minhas jogatinas... se você ainda não conhece, dá uma conferida ai clicando aqui. Hoje trago um conteúdo novo, estou a um passo a frente desse blog (viu Jyuuken), e trago a vocês uma livestream!
Eu e o Gabriel, juntos com o Vini, do canal Azeituno VideosWA, e o Eduardo Sombra do canal Sombra Gamer iremos jogar uma partida de Call Of Dutty Black Ops III Zombies, na Shadows of Evil. Eles também estão em live, então pegue sua pipoca, escolha um dos canais, e divirta-se!
Yo! Como vocês já devem saber, eu tenho meu canal (KaitoYashiro), e hoje trago a vocês um tutorial que eu fiz, de como montar o "soco em lata" na nova dlc recém lançada de Cod, Der Eisendrache:
Yo, meu povo!! Eu consegui uma façanha épica um dia desses, jogando uma partida de Black Ops III online... eu tava lá de bobeira, quando quatro malucos resolveram brotar pelo mesmo buraco... então não tive escolha, senão mandá-los pro respaw com minha sheiva:
Eae Galera, para quem não sabe,Remote Play é um recurso que permite transmitir os jogos rodando no console diretamente na tela do seu smartphone, e recentemente o desenvolvedor Twisted, criou o aplicativo para PC, que será disponibilizado para download no dia 25 de novembro.
O aplicativo custara £6,50 que com o câmbio atual deve dar umas 400 dilmas...
Agora confira uma gameplay no PC de Infamous First Light:
É isso ai galera, deixem um comentário... O que acharam do novo banner? Jyuuken promete mudanças, então fiquem ligados e até a próxima!
Yo nerds! O Jyuuken anda calado até no nosso grupo secreto do whatsapp, então quase ninguém deve tá sabendo, mas nós compramos um play 4!!! E isso só custou a alma e um dos rins dele! \o/ Comecei jogando um dos grandes clássicos da geração passada, The Last of Us Remastered!
E o play 4 faz captura de vídeo, adivinhem o que eu vou fazer com isso? Algo que nunca foi feito antes, um canal de games!!!!
Então, aqui está o primeiro capítulo, me deem aquela força básica, e comentem:
Se inscrevam no meu canal galera!! É isso, até a próxima!!
Copiando o título do post do mdm, algo wue me fez levantar de minha gigantesca rede de preguiça e postar. O que? Um trailer. Do que? De um sonho...
m sonho que a nintendo teve, e que se realmente vier a existir, o mundo se tornará algo mais épico de se viver. O trailer foi tão belo, tão bem feito, que acho que escorreu uma lágrima aqui...
O Pain tava me contando sobre algo incrível que a Nintendo tinha anunciado, mas eu não imaginei que fosse isso. Cara, imaginem esse jogo. Imaginem se isso der certo... Nintendo, eu acredito que você irá mudar nosso mundo gamer. Nintendo, eu acredito nesse sonho que você está dizendo ser real...
Eu tenho até 2016 pra arrumar um Android agora...
Foi árdua a batalha que acabei de travar contra uma simples casca de pipoca...já estava considerando usar ácido contra meu inimigo, mas felizmente eu sai vitorioso.Mas deixe de besteira, quem aqui nunca jogou castlevânia? Desde os clássicos do nintendinho, até mesmo ao lords of shadows, esse jogo sempre me cativou por sua temática, ambientação e é claro, suas músicas.
Castlevânia sempre teve músicas pelas quais eu me apaixono de cara. Uma delas é Heart of fire, que no jogo do nes (que eu jogava em um dynacom), era de uma terrível fase em um calabouço. Nunca consegui passar aquela maldita fase, cujo boss era a própria morte...
Mas a música dessa fase, meu amigo, era foda! E o canal FamilyJules7X fez uma versão épica com guitarra dela:
Havia uma fila, e nela estavam dando talento e habilidades. Esse cara ficou nela, Eu achei muito grande... Quem curte os jogos dessa série, eu recomendo o Dawn of Sorrow, pra Ds. O jogo conta a história de Soma Criuz, a reencarnação do Drácula. Devido a acontecimentos do jogo anterior (Aria of Sorrow), Soma abdicou a sua natureza das trevas, porém, um culto pretende fazer cair as sombras sobre nosso mundo, e para isso, Célia, a líder, está disposta a qualquer coisa para despertar o poder obscuro no coração do protagonista. A jogabilidade é boa, e o jogo conta com uma variedade de cenários, inimigos, e personagens, bem como itens e armas. Com muito mapa para explorar, e muitos bosses, o jogo é viciante. Na net é facil encontrar uma room traduzida, o que aumenta mais a imerção. Um ótimo jogo, nos moldes dos antigos games de plataforma. E nesse game, no mapa
Condened Tower, outra música épica:
Um novo castlevania precisa ser feito, por que o último Lords of Shadows, na minha humilde opinião de campônes, deixou a desejar...O jogo não precisa de gráficos mirabolantes, precisa de muitas horas de jogo, muitos mapas e inimigos, e boas músicas... porque afinal, o que seriam dos jogos sem suas respectivas músicas?
Então é isso, pegue seu chicote, sua cruz e água benta, e vamos banir as sombras deste mundo!! Até a próxima!