segunda-feira, 22 de agosto de 2016

De um milagre, nasce uma lenda


 Alguns animes são poderosos o bastante para marcar nossos corações de forma tão intensa que jamais saem de nossas lembranças. Seus personagens nos cativam, e no decorrer dos episódios, nos importamos com eles. E os eventos vão se desenrolando, formando uma teia que nos faz rir, chorar, comemorar e lamentar diante de uma bela história.


É isso que procuro quando assisto um anime. Uma boa história que me faça pensar, sentir e admirar. Madoka Mágica, em seus 12 episódios conseguiu me marcar, como um dos grandes animes que tive o prazer de assistir.
 Tudo começa com Madoka, a típica personagem principal, que leva sua vida feliz ao lado de suas amigas. Porém, de forma repentina, sua calmaria é perturbada por um estranho (e fofinho) ser chamado Kyuubei.
Este ser traz a ela uma proposta: ele concedera a Madoka um desejo, seja ele qual for. Em troca disso, ele a transformará em uma garota mágica, ganhando poderes para lutar contra as sombras.
 O anime traz uma grande desconstrução do gênero garota mágica. O quão difícil é para simples meninas enfrentarem criaturas tão maléficas, mesmo tendo poderes, sentimentos como medo, solidão, insegurança e dor trazem grande desequilíbrio ao emocional já instável delas.

 Nesse anime, o conceito é que garotas mágicas nascem de um desejo. E de uma maldição, nascem suas inimigas, as bruxas.
 A raiz de todo o mal em nosso mundo seriam as bruxas, responsáveis por sentimentos ruins, elas criam labirintos paralelos a nossa realidade, onde se escondem das garotas mágicas.
E essa é a grande missão das escolhidas: invadir os labirintos e destruir as bruxas.
A beleza do anime está na crueza em que retrata crianças enfrentando grandes perigos. Não há nenhuma personagem que não sinta medo antes de uma missão, suas emoções são intensas e bem trabalhadas, fugindo de muitos clichês que tornariam o anime desinteressante.
 E temos muitas reviravoltas. A trama surpreende várias vezes com o rumo tomado. Tudo na trama tem o seu porquê, seu propósito para mover as coisas, deixando tudo amarradinho para um bom final.

A animação é peculiar. Seus traços são simples e bem coloridos, algo característico desse gênero. Porém dentro de um labirinto de uma bruxa, a animação passa a ser psicodélica, misturando recortes com cg, trazendo de forma gráfica toda a insanidade daqueles seres.
Madoka Mágica é um anime que se faz valer, com seus poucos episódios nos conta uma história complexa, com personagens complexos, uma mistura de elementos e conceitos que nos entrega um anime muito bom, como já dito acima, um dos melhores que já assisti.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Hold the door!!!!!

 Nessa sexta temporada de Game of Thrones (que se você não viu ainda, esse post terá spoilers) vimos o gelo e o fogo se erguendo, os heróis que irão salvar o reino da longa noite.
 Nas frias terras do norte, Jon foi esfaqueado, e deixado para morrer. É claro que todos sabíamos que ele retornaria, por mais que a produção da série tenha se esforçado para manter o mistério. Mas feito gol do Brasil em copa do mundo, todo mundo vibrou quando Snow reabriu os olhos, tentando recuperar o fôlego.  


“Eu não deveria estar aqui”, relutante, confuso, Jon teria desistido de tudo, e ido pra Dorne tomar um solzinho. Afinal, seu juramento com a patrulha era até a morte. E ele morreu. Só que Sansa conseguiu chegar na muralha. Sim, a irmã com quem ele menos se dava.  Com os olhos marejados vimos finalmente Starks se reencontrando, em um abraço apertado e cheio de dor.



  Sansa sempre fora uma garotinha ingênua. Mas todas as coisas terríveis que ela teve que suportar, passiva ainda por cima, sem poder reagir, hora nas mãos do Joffrey, hora nas de Ramsay, mudaram sua alma. Ela está fria, decidida, e muito desconfiada. Sansa nessa temporada mostrou o porte de uma Stark: fria como o maldito inverno.
 Se Sansa estava na muralha, o grande vilão dessa temporada tinha que se erguer, e cometer vilanisses. Ramsay está terrível nessa temporada. E então é dia vs noite, bem vs mal, quando os dois bastardos alinham seus exércitos e nos dão uma das maiores batalhas de todos os tempos.

 Infelizmente, Rickon morre. E Jon parte para a luta sozinho. Estupidamente burro? Sim, mas também estupidamente linda a cena. Só não é melhor que a esmagadora violência da batalha, a confusão frenética de toda a cena.
 Os nonos episódios sempre nos deixam marcados, e dessa vez pudemos ver Winterfell sendo retomada por Starks. O norte é dos lobos outra vez, e uma vez mais nos ajoelhamos ante um rei do norte, o Lobo Branco.

A Batalha dos Bastardos entrou para a história





















  E do outro lado do mar estreito, Daenerys se depara com Dothrakhis novamente, aumenta seu exército ainda mais, consegue barcos, e finalmente deixa Meeren! Aleluia!! Ela agora possui alianças com Dorne, Jardim de Cima e um punhado de Greyjoy. O reino nunca esteve tão caótico. E ela tem três dragões. Só chegar e conquistar.
 O reino está um caos. O inverno chegou, algumas das maiores casas foram destruídas e a coroa repousa sob uma mulher insana. Cersei obteve sua vingança. Ao maravilhoso som de Ramin Djawadi, Light of the
Seven, vemos as peças se alinhando, o Alto Pardal preparando sua cartada final para aniquilar de vez as influências “pecadoras” da coroa e consolidar seu império, na melhor cena, sequência e montagem de Game of Thrones, a fúria da rainha Lannister fez o reino tremer e cair de joelhos.

 O que o futuro reserva para essa configuração política do reino? Temos Jon Snow Stark Targaryen como rei no norte, Euron Greyjoy rei nas ilhas de ferro, Cersei governando sabe-se lá quem sobrou leal a coroa, e Daenerys chegando. E correndo por fora, alguém com um poder maior que todos, cuja coroa é feita de gelo e sangue, o Rei da Noite, senhor dos caminhantes. Sua estação chegou, é hora de se fazer temer por todo o
reino.
 Muita coisa aconteceu nessa temporada. Foi a melhor? Na minha opinião, sim. A trama andou (principalmente nos dois últimos episódios), várias respostas nos foram entregues, junto com várias cenas com as quais vínhamos sonhando. Essa temporada montou um cenário. Um cenário caótico onde uma guerra colossal irá acontecer, e nós seremos privilegiados por poder testemunhar o que virá.

 Afinal, um personagem singelo segurou a porta, como um herói cumpriu seu destino, e nos deixou com lágrimas nos olhos. Isso é Game of Thrones. 


terça-feira, 26 de julho de 2016

Animação de Majora's Mask a caminho!!!

  Finalmente está a caminho de acontecer o que muitos fãs esperam a anos. O estúdio de animação EmberLab está produzindo um curta animado inspirado no game The Legend of Zelda: Majora's Mask, lançado para o Nintendo 64 em 2000.


  A história do jogo se passa em Termina, uma espécie de “mundo paralelo”, em que o protagonista Link deve tentar impedir que a lua colida com o planeta, provocando o apocalipse, após ser tirada de sua órbita pelo mascarado Skull Kid.
  Em 2008 se tornou final o trailer do filme em live-action The Legend of Zelda. Os fãs foram a loucura, mas tudo não passou de uma brincadeira de 1° de abril produzida pela IGN EUA.




  Em 2013 a empresa Imagi, mesma produtora da animação das Tartarugas Ninjas e do filme do Astro Boy, produziu um trailer a apresentou para Nintendo, com a intenção de levar o herói de Hyrule para os cinemas, porém ela recusou a proposta é o projeto foi cancelado.




  A animação de Majora's Mask ainda não possui data de lançamento. Confira o trailer:


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Days Gone

 Apresentado pela Sony na E3 de 2016, um dos títulos que pretende fazer você repensar sobre jogos com a
temática zumbi.
 O game se passa-se nos Estados Unidos, num futuro não muito longínquo, dois anos após uma grande epidemia que transformou a maioria da população em criaturas muito perigosas denominadas de Freakers.
O jogador estará na pele de Deacon St. John, lutando contra hordas de infectados e superando as dificuldades encontradas pelo caminho.
 Você terá um vasto mundo aberto para exploração e muita ação.





 Exclusivo do PS4.

domingo, 26 de junho de 2016

Erased

   Boku Dake ga Inai Machi é um mangá seinen escrito e ilustrado por Kei Sanbe, que teve na temporada passada, um anime de 12 (ou seria 13?) episódios produzido pelo estúdio A-1 Pictures. Uma forma mais fácil de chamar o anime é Erased. 

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Lembro de ter enlouquecido com o primeiro episódio. O personagem principal, Satoru, possui uma habilidade genial: o “Revival”, que permite a ele voltar alguns minutos no tempo, sempre que algo ruim acontecesse. Quase que uma premonição, seu poder o leva a evitar vários acidentes ou impedir coisas ruins de acontecer.
  O legal é que o Revival vem sem avisar, e nem sempre ele sabe o que deve ser evitado. Então, quando seu “sentido de aranha” dispara, ele começa a procurar por algo errado. A sequência inicial é muito boa, e o anime já tinha me ganhado.
  Satoru já tem seus 29 anos, e seu passado meio que o assombra ainda. Quando criança, houve um terrível caso onde um serial killer havia matado algumas crianças, e isso já te diz o quão forte o anime será. Principalmente porque Satoru meio que se culpa por não ter feito nada para impedir uma das mortes.
  Mas já no primeiro episódio vem uma grande reviravolta, e alguns eventos da trama fazem o Revival desencadear de uma forma nunca vista antes pelo nosso herói. Ele acaba voltando 18 anos no tempo, na época da escola, antes dos assassinatos acontecerem.
  Sua mente apenas que retorna, seu corpo infantil tem a mente de um adulto, e ele passa a reviver seu passado com uma segunda chance de fazer as coisas diferentes. Mas, existe um agravante: o trauma o fez esquecer muita coisa.

Não devo contar mais nada. O anime tem uma história forte, cheio de momentos que dão um nó em sua garganta. Vemos muito sobre abuso infantil, como uma criança indefesa lida com isso, tem bastante sobre bullyng também.
  Alguns momentos ficaram muito marcados em minha mente, e deles o melhor foi quando a personagem Kayo toma um café da manhã na casa do Satoru. A pobre menina que vinha sofrendo nas mãos de sua mãe, ao ver a refeição no prato, desaba em lágrimas.
Os personagens são muito queridos, e é o ponto forte do anime, o como eles reagem e encaram tudo o que está acontecendo. Quem assiste se importa com aqueles pivetinhos correndo perigo. A trilha sonora também emociona, pontuando alguns momentos de forma grandiosa.

  Já o grande mistério do anime não tenha funcionado tão bem: tanto eu quanto o Kaito acertamos cedo quem era o serial killer. Como anime de mistério talvez não funciona tão bem. Contudo, não tira o brilho do anime.
 Então fiquem com essa dica, Erased, ou Boku Dake ga Inai Machi, a cidade onde só eu não existo. O nome do anime é sensacional. Até a próxima!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A tentação da aventura


Amigos, Uncharted 4 é uma maravilha! Me custou alguns orgãos internos, mais alguns litros de sangue, e muito dinheiro... mas tá valendo a pena! Como eu não teria saco pra gravar gameplay comentado, decidi fazer um gmv da minha jogatina... então, no vídeo abaixo vocês podem conferir o início, o primeiro capítulo, que mostra como era a relação do Nathan com seu irmão, Sam. E um pouco de perseguição de barcos, com gráficos incríveis, o começo do jogo puxou mais para a história, o que já me ganhou:

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Hail Hydra

 Semana cheia de surpresas para fãs de quadrinhos... enquanto o pau comia nas redes sociais por conta de uma campanha feita por fãs, para que o Capitas ganhasse um namorado (o Buck pra ser mais específico) no seu próximo filme solo, a Marvel foi lá e fez uma mudança drástica: O Capitão América sempre foi um espião da Hydra.



 Andei lendo algumas coisas por ai, não cheguei a ver a hq, e pelo que as entrevistas dos dignos roteiristas, parece que Steve foi recrutado pela organização do mal antes mesmo de se tornar o maior simbolo do patriotismo americano ,e todas as suas ações foram um plano gigantemente orquestrado. Mas que bota hein, Marvel.
  Mas o fato é que vem reboot novo por ai. Marvel Now (again) já foi confirmado pela editora pra esse ano ainda. É esperar pra ver ,e torcer pra que esse não seja o retcom mais cagado da história...

 E já do lado da Dc, foi revelado que existem três coringas.


 O Reboot da Dc, chamado de Rebirth já começou, e ao que parece. os novos 52 foi um evento causado por um vilão extremamente poderoso... Dr Manhanthan parece que vai ser o responsável por esse reboot.
 O que foi uma ideia criativa de tempos atrás, que recomeçou a história de todos os heróis, vai ser desfeito agora. Não to manjando muito de cronologia, não to lendo nada de Dc, mas colocar os heróis pra enfrentarem o Manhathan vai ser dureza hein?
 Mas eu li a primeira edição, e achei muito bom. Quero ver como vai se desenrolar essa grande saga. Uma coisa é certa, a capa é muito phoda.

 Lembrei hoje Civil War tem uma trilha sonora, e fui ouvir o cd... realmente fraquinha a trilha do filme...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Meu coração é sayajin

 Eu chegava da escola correndo, as 18:15, dava tempo de pegar o finalzinho de Tenchi Muyo (que eu gostava de ver também), e quando a abertura começava, as exatas 18:30, aquela memorável Chala Head Chala, não havia mais nada que importava. Era a época do apagão, quando a crise energética assolava o governo do FHC. Mas pra mim era a época em que o Cell caçava os androides.


 Dragon Ball Z foi marcante pra muita gente, e eu não sou diferente. Cada saga tem um valor épico incalculável... eu não consigo entender como tem gente que fala que o anime não tem história... a linguagem é antiga, o anime teve bastante filler, mas tem uma história tão phoda construída ali... quer ver?
 Na saga do torneio do Cell, vemos um homem maluco que era chamado de Sr Satan, se exibindo na tv, quebrando telhas e arrastando caminhões. Esse mesmo maluco vem a desafiar o Cell durante o torneio. Um tremendo charlatão, que você não entende o que faz ali...
 Mais tarde, na saga Boo, vemos que o malandro recebeu todo o crédito pela derrota do Cell. E que o
mesmo se tornou uma lenda, um herói mundial. Pra que isso?
 Pra que?
 No final da saga, quando tudo parece perdido, a Genki dama que irá destruir a forma final de Boo não tem poder suficiente, e mesmo com os pedidos de Goku e Vegeta, são poucos os que erguem suas mãos para enviar a energia... e quando parece que não há mais solução, o herói da terra, o ser mais fraco e patético até então, enche seu peito, e num discurso épico, faz com que a Terra inteira envie energias para a Genki Dama. Até você levanta as mãos nesse momento.
 Que construção de climax genial. Agora, se você é fã de Naruto, saiba que não precisa desgostar de um para gostar de outro...




 Esse video me deixou emotivo. São tantos momentos memoráveis... a primeira luta do Goku contra o Vegeta é de uma violência, uma brutalidade, tanto que os dois ficam só o bagaço no final. Mas a melhor saga, é a saga do Freeza. Pra mim, um dos maiores vilões. Suas transformações, seu orgulho, sua aoarência e sua voz dublada casam tão bem...
 Por outro lado, a saga que eu mais gosto é a do Cell. A luta dele com o Goku é pra mim, o ponto alto do anime. O respeito que um tem pelo outro, herói e vilão ali se divertindo enquanto lutam... muito phoda...
 E quando vi esse video ai de cima, me enchi de nostalgia. Acho que por meu próprio bem, vou começar a ver Dragon Ball Z Kai. É uma pena o Dragon Ball Super estar tão decepcionante, mas falemos disso um outro dia...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Got - Home

 Spoilers vindo a cavalo... se você não viu o segundo episódio de Game of Thrones ainda, não devia nem estar aqui, devia é estar assistindo. Enquanto o País chora pelo bloqueio do Whatsapp, eu estou em lágrimas aqui com esse episódio.

Começamos vendo Bran, finalmente, depois de uma quinta temporada inteira sem dar as caras, viajando pelo passado de Winterfell, vendo seu pai ainda criança, e um Hodor capaz de falar ( Hodor, o verdadeiro vilão dessa série, o mais astuto!), como sinto falta daquela Winterfell, governada por Starks justos e honrados... mas isso está no passado, e nem mesmo Bran pode ficar por lá...
 Mas e os Boltons? Eu esperava que aquilo fosse acontecer, mas não da forma como ocorreu... imaginei que trabalhariam mais a tensão crescendo entre Roose e Ramsay, e francamente, não acho que o patriarca Bolton seria pego desprevenido daquela forma. Ramsay esfaqueia o pai, e um dos personagens que mais impunha medo morre de forma tão rápida, corriqueira... o homem que esfaqueou Rob Stark inclusive... merecia algo maior... mas enfim, todo mundo pode morrer... E em seguida Ramsey dá sua madrasta e seu irmão recém nascido para os cachorros devorarem... ok, esse cara é um maluco, matem ele logo! Me pergunto o que os Frey irão pensar disso...
 Em Porto Real, Jaime encara o Alto Pardal. Ah, que cena foda. Jaime está furioso com esse velho religioso, e a treta ali vai ser grande! Muito bom o que Jaime diz, sobre seus pecados... tá na hora dos Lannisters terem sua vingança! E quem diria, estamos torcendo pros leões (pelo menos eu estou), até com a Cersei eu
estou simpatizando... e por falar nela, o Montanha Zumbi começou a matar...
 E o outro Lannister decidiu que quer se tornar amigo dos dragões. Ainda bem que não morreu queimado, como algumas teorias que vi pela internet. Mas onde será que isso vai dar? Bem como a Sansa, que se separa do Theon, o papel dos dois ainda incerto.



 Ainda bem que o malandro lá de muitas faces,  Jaqen h'ghar, veio buscar a Arya. Estava com medo de que aquela palhaçada na calçada durasse quase toda a temporada... pô, treinem a menina logo!
 Mas bom mesmo é a história da muralha. Tudo o que importa é que o nosso salvador, guerreiro da luz, Azor Ahai em pessoa, voltou! Como a fé de Melissandre tá abatida depois de tudo que rolou na temporada passada! Você vê o sofrimento e fragilidade dela, enquanto o ritual parece não surtir efeito... e no ultimo segundo da série, Jon revive! Será Jon Snow? Não sabemos ainda... talvez o que voltou seja algo diferente...Ah, mas como foi boa essa cena! E que maldição, foi o final do episódio!

 E no próximo episódio:



 Ah, teve também as tretas dos Greyjoys, mas eu nunca fui muito fã desse pessoal, então...

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Divididos cairemos


Finalmente chegamos na Civil War do MCU. Como esperei por esse dia... me lembro de quando os boatos começaram a surgir, antes mesmo da Era de Ultron ter sido lançada... de lá pra cá o número de heróis aumentou, que era o principal temor a respeito desse filme. De fato, o tamanho do confronto não chega perto da Hq, mas o nerd orgulhoso deve deixar a hq separada quando for ver o filme.
 Capitão América Guerra Civil inicia a fase 3 da Marvel, e é um divisor de águas. E se você não assistiu ainda, esse texto terá SPOILER.


 

Quero começar dizendo que ouhhhhhhhuw, que filme espetacular! As cenas de luta, os diálogos, a trama, o clima tenso que vai crescendo, e as piadas, tudo muito bem dosado, muito bem feito, muito bem construído! O filme demora a chegar no confronto que todos queremos ver, pois passa boa parte construíndo as motivações, os personagens. Cada herói foi aproveitado de maneira única, a impressão que fica é que nem
mesmo um ficou jogado, cada um sendo explorado de maneira a fortalecer o filme.
 O Homem de ferro está sentindo um grande peso pelas perdas que todas as batalhas anteriores causaram. E isso o leva a se posicionar a favor do registro. Os heróis precisam ser controlados, porque todo esse tempo que agiram livremente, o número de mortes foi maior do que o aceitável. Seja como for, ele irá apoiar.

 Já o Capitão América sente sim, o peso das mortes inocentes. As que acontecem nesse filme, inclusive. Mas e se o governo controlar os Vingadores, e acabar decidindo que eles não devem ir para um lugar, e por esse motivo, vidas se perderem? Governos são formados por ideologias, e elas mudam com o tempo, os heróis devem estar acima disso.
O filme trabalha muito bem isso. Não a uma convicção absoluta de estar fazendo o que é certo, os dois possuem dúvidas,o bandeiroso quase assina o registro em um determinado momento... mas os acontecimentos do filme acabam levando as coisas ao extremo...
 O Pantera tá incrível. Sua introdução não deixou dúvidas de o personagem é grandioso. Ele bate de frente com qualquer um que entrar em seu caminho, e suas sequências de luta são fenomenais. Tanto quanto as do
Homem Aranha. Introduzido ali rapidinho, o teioso rouba a cena, o uniforme ficou lindo de se ver, e as piadinhas feitas por ele são demais. Dois heróis novos, que vão ter filmes solos, pelos quais mal posso esperar.
 E o Homem Formiga também está demais! Toda a cena de combate no aeroporto meio que gira em torno dele quando o pequeno se torna um gigante. E que sequência de luta! Me atrevo a dizer que é a melhor cena envolvendo heróis que já vi!



 O embate final, quando todo o descontrole da situação chega no ponto máximo, Tony deixa de lado tudo, e passa a buscar vingança, por seus pais mortos pelo Soldado Invernal. Essa luta me deixou tenso... suas referências a hq foram lindas, sendo encerrada deixando marcas, mágoas em ambos.
 Eu, como bom marveco que sou, adorei o filme. Pra mim, acho que o filme é 10. Mas sou suspeito, e estou na empolgação, não vou dar nota... o filme é grandioso, épico, parece mesclar estilos de filmes diferentes, cheio de elementos de filmes de ação, com os vilões terroristas do mal causando explosões e tentando soltar um vírus, tem heróis caindo na porrada, mas também tem muito desenvolvimento de personagem.
 Só digo uma coisa... quero ver de novo!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Porrada e Espada

 Dos saudosos tempos do fliperama, a franquia The King of Fighters ressurge, num jogo exclusivo para Ps4
(uhuuuuuulll), lançamento marcado para 23 de agosto deste ano. The King of Fighter nasceu do crossover entre Fatal Fury e Art of Fighing, e acabou se tornando maior que ambos. Um dos grandes títulos de luta, Kof tem um espaço no coração de muitos gamers.
 Kof XIV contará com trios clássicos e novos, formando um quadro de 50 personagens. Os gráficos agora serão em 3d, porém o modo de luta contínua o clássico plano bidimensional. Faz tempo que não sai nada de Kof, eu tô ansioso aqui:




 É isso ai... Mudando de assunto, mas continuando nos games, eu to aqui empacado no The Witcher 3. Sim, ainda não terminei o jogo, por que além de ser um game gigantesco, toda vez que jogo-o, me perco na quantidade de missões secundárias.
 Mas cada missão, cada pequeno pedaço desse jogo tem uma história pra contar. Pra quem não conhece, Geralt é um "witcher", um "bruxeiro", que são pessoas que passaram por um duro treinamento, e por modificações em seus corpos, e eles caçam monstros, demônios e assombrações...
 Geralt de Rívia, conhecido como "lobo branco", está em uma busca por Ciri, uma jovem que ele considera como filha, e que vem sendo perseguido pela Wild Hunt, seres obscuros que querem trazer o fim ao mundo.




É isso ai, meu povo! Tentei fazer um gameplay junto com o Kaito ontem, fomos boicotados por nosso próprio Ps4, que decidiu que não iria salvar o vídeo... paciência... Mas acreditem em mim, foi épico! Até a próxima!