domingo, 31 de março de 2013

Algo me diz que esse game vai fazer um estrago na crítica ( que por sinal , bem merecido )

Parece que agora eles acertaram na forma  kkk...


sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Battlefiled 4

  Um trailer Gameplay de 17 minutos de Battlefield 4, produzido pela DICE e distribuído pela Eletronic Arts, o jogo que pra mim só iria sair para a próxima geração de consoles, os boatos é que sai ainda este ano, entre Setembro e Novembro... mas esse video... muito foda!


"Um anel para a todos governar"


 "Três Anéis para os Reis Elfos sob este céu, 
 Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,  
 Nove para Homens Mortais fadados ao eterno sono, 
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los, Um Anel para a todos trazer
 e na escuridão aprisioná-los Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam. "






"- Por que, por que não foi destruído? - gritou Frodo. - E como aconteceu ao
Inimigo perdê-lo, se era tão forte e o considerava tão precioso? Apertou o Anel em sua
mão, como seja enxergasse dedos escuros se estendendo para tentar tomá-lo.
- Foi tomado dele - disse Gandalf. - Antigamente a força de resistência dos elfos
contra ele era maior; e homens e elfos não eram tão estranhos uns aos outros. Os homens
de Ponente vieram ajudá-los. Este é um capítulo da antiga história que merece ser
recordado; naquele tempo também havia tristeza, e uma escuridão crescente, mas houve
pessoas valorosas e feitos que não foram totalmente em vão. Um dia, talvez, eu lhe conte
toda a história, ou quem sabe você a escute de alguém que a conhece melhor.
- Mas por enquanto, já que acima de tudo você precisa saber como essa coisa veio
parar em suas mãos, e isso já dá uma história bem longa, vou me limitar a essa parte. Foi
Gil-galad, Rei-Elfo, que juntamente com Elendil de Ponente derrotou Sauron, embora os
dois tenham sucumbido nessa empresa; Isildur, filho de Elendil, cortou o Anel da mão de
Sauron e tomou-o para si. Dessa forma Sauron foi subjugado e seu espírito fugiu e ficou
escondido por muitos anos, até que sua sombra tomou forma novamente na Floresta das
Trevas.
- Mas o anel foi perdido. Caiu no Grande Rio, Anduin, e sumiu. Isildur estava
marchando para o Norte ao longo da margem leste do Rio; perto dos Campos de Lis foi
assaltado pelos orcs das Montanhas, e quase todo o seu povo foi assassinado. Ele pulou
nas águas do Rio, mas o Anel escorregou de seu dedo enquanto nadava, e então os orcs o
viram e o mataram com flechas.
Gandalf parou. - E ali, nos lagos escuros dos Campos de Lis - disse ele - , o Anel
sumiu do conhecimento e das lendas; e até mesmo esta parte de sua história é conhecida
apenas por poucas pessoas, e o Conselho dos Sábios não conseguiu descobrir mais. Mas
finalmente acho que posso continuar a história.





- Muito depois, mas ainda há muito tempo, vivia nas margens do Grande Rio, na
borda das Terras Ermas, um pequeno povo de mãos ágeis e pés silenciosos. Acho que
eram semelhantes aos hobbits; parentes dos pais dos pais dos Grados, pois amavam o Rio
e sempre nadavam nele, ou faziam pequenos barcos de junco.
Havia entre eles uma família muito considerada, pois era maior e mais rica que a
maioria, que era governada pela avó, senhora austera e conhecedora da história antiga de
seu povo. O elemento mais curioso e mais ávido de conhecimento dessa família se
chamava Sméagol. Ele se interessava por raízes e origens; mergulhava em lagos fundos,
fazia escavações embaixo de árvores e plantas novas, abria túneis em colinas verdes; com
o tempo, deixou de olhar os topos das colinas, as folhas nas árvores, e as flores se abrindo
no ar: sua cabeça e olhos só se dirigiam para baixo.
- Tinha um amigo chamado Déagol, parecido com ele, de olhos mais penetrantes
mas não tão rápido ou forte. Uma vez pegaram um barco e desceram para os Campos de
Lis, onde havia grandes canteiros de íris e juncos em flor. Ali Sméagol desceu e foi fuçar
as margens, mas Déagol ficou sentado no barco pescando. De repente um grande peixe
mordeu a isca, e antes que soubesse onde estava, ele foi arrastado para fora do barco e
dentro da água, até o fundo. Então soltou a linha, pois julgou ver alguma coisa brilhandono leito do rio, e prendendo a respiração conseguiu apanhá-la.
- Depois subiu soltando bolhas, com plantas em seu cabelo e um monte de lama na
mão, e nadou até a margem. E veja só! Quando limpou a lama, viu em sua mão um lindo
anel de ouro, que brilhava e resplandecia ao sol. Seu coração se alegrou.
Mas Sméagol tinha ficado vigiando de trás de uma árvore, e enquanto Déagol se
regozijava com o anel, Sméagol chegou devagar por trás dele, “Dê isso para nós, Déagol,
meu querido”, disse Sméagol sobre o ombro do amigo.
“Por quê?”, perguntou Déagol.
“Porque é meu aniversário, meu querido, e eu quero isso”, disse Sméagol.
“Eu não ligo”, disse Déagol. “Eu já lhe dei um presente de aniversário, que foi
mais do que eu podia. Eu encontrei isso, e vou ficar com ele.” “Vai mesmo, meu
querido?” disse Sméagol; e segurou Déagol pela garganta e o estrangulou, porque o ouro
era tão brilhante e bonito. Depois pôs o anel em seu dedo.
- Jamais se descobriu o que tinha acontecido com Déagol; foi assassinado longe de
casa, e seu corpo foi habilmente escondido. Mas Sméagol voltou sozinho, e descobriu que
ninguém de sua família podia vê-lo quando estava usando o anel. Ficou muito satisfeito
com essa descoberta e a ocultou. Usava-a para descobrir segredos, e se aproveitava de
seus conhecimentos em feitos desonestos e maliciosos. Ficou com olhos perspicazes e
ouvidos aguçados para tudo que fosse pernicioso. O anel tinha lhe dado poderes de
acordo com sua estatura. Não é de admirar que tenha se tornado muito impopular e que
fosse evitado (quando visível) por todos os seus parentes. Estes o chutavam, e ele mordia
seus pés. Começou a roubar e a andar por aí resmungando para si mesmo, gorgolejando.
Por isso chamavam-no de Gollum e o amaldiçoavam, e lhe diziam para ir embora; sua
avó, querendo paz, expulsou-o da família e o pôs para fora de sua toca.
- Vagou sozinho, chorando um pouco pela dureza do mundo, e viajou no acima, até
chegar a um riacho que descia das montanhas, seguindo esse caminho. Capturava peixes
em lagos fundos com dedos invisíveis e os comia crus. Num dia muito quente, quando se
inclinava sobre um lago, sentiu algo queimando na sua nuca, e uma luz ofuscante que
vinha da água doeu em seus olhos molhados. Surpreendeu-se com isso, pois havia quase
se esquecido da existência do sol. Então, pela última vez, olhou para cima e o desafiou
com o punho fechado.
- Mas quando abaixou os olhos, viu à sua frente, distantes, os topos das Montanhas
Sombrias, de onde vinha o riacho. E de repente pensou: “Debaixo daquelas montanhas
deve ser um lugar fresco e de muita sombra. O sol não Poderia me olhar ali. As raízes
dessas montanhas devem ser raízes de verdade; deve haver grandes segredos enterrados lá
que não foram descobertos desde o início.
- Então viajou de noite pelas montanhas, e encontrou uma pequena caverna, da
qual corria o riacho escuro; e fez o caminho rastejando, como uma larva entrando no
coração das montanhas; e sumiu de todo o conhecimento. O Anel entrou nas sombras com
ele, e nem mesmo quem o fez, quando seu poder começou a crescer novamente, pôde
saber qualquer coisa sobre o assunto."


domingo, 24 de março de 2013

Série "Vikings"




Vikings estreou no History Channel dos EUA no dia 3 de março, narrando as aventuras do guerreiro nórdico Ragnar Lodbrok, figura histórica que viveu no período Medieval. Produzida pela MGM, a série foi desenvolvida por Morgan O’Sullivan e Michael Hirst (The Tudors), que ficou responsável pelo roteiro.
Ragnar Lodbrok (Não sou eu, Calma) (Travis Fimmel, de The Beast) é um guerreiro que se considera descendente de Odin. Buscando dominar os territórios da Europa, ele enfrenta a oposição de Earl Haraldson (Gabriel Byrne, de In Treatment), líder de seu povo, casado com Siggy (Jessalyn Gilsig, de Glee), uma jovem que tem sua lealdade dividida.
No elenco também estãoGustaf Skarsgard (irmão de Alexander Skarsgard, de True Blood), como Floki, amigo de Ragnar, personagem inspirado no deus nórdico Loki; Clive Standen (Camelot), como Rollo, irmão de Ragnar, um homem cruel que sente inveja da ascensão do guerreiro; Katheryn Winnick (Bones), como Lagertha, esposa de Ragnar, que luta ao seu lado; e George Blagden como Athelstan, um jovem cristão aprisionado por Ragnar.

A série retrata a vida de um guerreiro, Ragnar (agora sou eu, sqn) , as batalhas para dominar os territórios europeus e sua relação com o líder de seu povo. Aparentemente, nos são apresentados aspectos bastante clichês dos vikings, reforçados graças ao mito do viking moderno, difundido no século XX. Mas, vale lembrar que seu papel para a construção da sociedade foi enorme, desde tecnologia marítima até a construção de cidades. Bom, vamos ao episódio e ver que outras surpresas podemos ter!
O episódio já começa com uma cena de matança. Luz, ambientação, espadas, corvos (impossível não lembrar de Game of Thrones)... Temos um diferencial muito interessante na edição do início do episódio (que é semelhante ao da abertura) que confere ação e mistério devido aos closes. Nos primeiros dez minutos, já podemos perceber que não apenas a luta é importante neste roteiro mas também, cuidar da própria família, tarefa que não está restrita apenas aos homens (como por exemplo, na rápida cena, que Lagertha protege sua casa de dois possíveis estupradores).
 Neste primeiro episódio, nos deparamos com alguns sentimentos dos protagonistas que provavelmente farão parte do enredo: Ragnar e Rollo discutindo sobre alcançar novas terras, indo contra as ordens do rei e Bjorn sentindo aversão pela morte e refletindo sobre as leis vikings. Estes dois momentos são importantes para o início de série, onde precisamos nos familiarizar com os personagens e criar laços. Esses momentos  de "humanidade" afastam os protagonistas do clichê viking e os tornam mais reais para o espectador. Tática fundamental para a criação de uma série de sucesso. Outro plot que cativará a audiência é o amor reprimido de Rollo (irmão de Ragnar) por Lagertha.
Como se trata do piloto, pudemos ver não apenas as temáticas que serão abordadas, mas também hábitos e costumes dos vikings, como a iniciação de Bjorn, o julgamento de um assassino e a construção de embarcações. A cena que Ragnar e o filho consultam o ancião para saber a opinião dos deuses também foi interessante, mostrando a devoção aos possíveis desígnios. E essa coisa de videntes sem olhos é simplesmente genial (vide "Once Upon a Time", "Labirinto do Fauno", etc...). Esteticamente, a série também se apresentou muitíssimo bem, com figurinos impecáveis e locações impressionantes. Infelizmente, não cabia no contexto usar o mesmo recurso de edição utilizado nos minutos iniciais e na abertura, mas só isto já é o suficiente para fazer com que o espectador queira assistir ao episódio todo. Quanto ao conteúdo histórico, estou confiando na reputação do History Channel, que apesar de ter conteúdo muitas vezes sensacionalista, tem uma boa equipe de pesquisa.
Por gostar muito de história, o piloto já me cativou. As tramas apresentadas são muito interessantes, o final do episódio já nos deixa ansiosos para o próximo e a qualidade técnica apresentada estão de parabéns. Provavelmente, surgirão comparações com "Game of Thrones", mas, defendendo esta nova super produção, ressalto que são abordagens de trama completamente diferentes: enquanto os Sete Reinos focam principalmente em política e estratégia, "Vikings" parece retratar os hábitos e costumes de um povo, com uma boa história para embasar. Ótimo começo, que chegue logo o próximo episódio!

fonte : http://www.temporadaemserie.com.br/2013/03/vikings-1x01-rites-of-passage-series.html





Uma ótima sugestão é a série de livros "Crônicas Saxônicas" do Bernard Cornwell que relata a visão dos "Ingleses" na invasão dos nórdicos a "Inglaterra". A mesma relatada na série.

PS: Post número 333 MUAHAAIHUAHMUHAUMAHIUAH, sou metade da besta, brincadeira ou n.

sábado, 23 de março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

Iron Maiden - The Prisioner




Live at Hammersmith 1982.

Tradução:

Queremos informação, informação, informação
Quem é você?
O novo número dois.
Quem é o número um?
Você é o número seis.
Eu não sou um número.
Eu sou um homem livre!
Hahahahaha!

Correndo, matar para comer
Você está faminto, morto embora de pé
Se tornando um animal
Faça o que quero e como peço

Corra, lute, respirar é difícil
Agora você me vê, agora não
Quebre as paredes, eu estou saindo

Eu não sou um prisioneiro, eu sou um homem livre
E meu sangue me pertence agora
Não importa onde estava o passado
Eu sei para onde estou indo... para fora

Se você me matar é defesa própria
Se eu te matar eu chamo isso de vingança
Cuspo no seu olho, eu desafio
Você vai estar com medo quando eu chamar o seu nome

Corra, lute, respirar é difícil
Agora você me vê, agora não
Quebre as paredes, eu estou saindo

Eu não sou um prisioneiro, eu sou um homem livre
E meu sangue me pertence agora
Não importa onde estava o passado
Eu sei para onde estou indo.

Eu não sou um número,
eu sou um homem livre
Eu vou viver minha vida como eu quiser
Você deve me riscar do seu livro preto
Porque eu vou andar em círculos a sua volta