domingo, 26 de junho de 2016

Erased

   Boku Dake ga Inai Machi é um mangá seinen escrito e ilustrado por Kei Sanbe, que teve na temporada passada, um anime de 12 (ou seria 13?) episódios produzido pelo estúdio A-1 Pictures. Uma forma mais fácil de chamar o anime é Erased. 

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Lembro de ter enlouquecido com o primeiro episódio. O personagem principal, Satoru, possui uma habilidade genial: o “Revival”, que permite a ele voltar alguns minutos no tempo, sempre que algo ruim acontecesse. Quase que uma premonição, seu poder o leva a evitar vários acidentes ou impedir coisas ruins de acontecer.
  O legal é que o Revival vem sem avisar, e nem sempre ele sabe o que deve ser evitado. Então, quando seu “sentido de aranha” dispara, ele começa a procurar por algo errado. A sequência inicial é muito boa, e o anime já tinha me ganhado.
  Satoru já tem seus 29 anos, e seu passado meio que o assombra ainda. Quando criança, houve um terrível caso onde um serial killer havia matado algumas crianças, e isso já te diz o quão forte o anime será. Principalmente porque Satoru meio que se culpa por não ter feito nada para impedir uma das mortes.
  Mas já no primeiro episódio vem uma grande reviravolta, e alguns eventos da trama fazem o Revival desencadear de uma forma nunca vista antes pelo nosso herói. Ele acaba voltando 18 anos no tempo, na época da escola, antes dos assassinatos acontecerem.
  Sua mente apenas que retorna, seu corpo infantil tem a mente de um adulto, e ele passa a reviver seu passado com uma segunda chance de fazer as coisas diferentes. Mas, existe um agravante: o trauma o fez esquecer muita coisa.

Não devo contar mais nada. O anime tem uma história forte, cheio de momentos que dão um nó em sua garganta. Vemos muito sobre abuso infantil, como uma criança indefesa lida com isso, tem bastante sobre bullyng também.
  Alguns momentos ficaram muito marcados em minha mente, e deles o melhor foi quando a personagem Kayo toma um café da manhã na casa do Satoru. A pobre menina que vinha sofrendo nas mãos de sua mãe, ao ver a refeição no prato, desaba em lágrimas.
Os personagens são muito queridos, e é o ponto forte do anime, o como eles reagem e encaram tudo o que está acontecendo. Quem assiste se importa com aqueles pivetinhos correndo perigo. A trilha sonora também emociona, pontuando alguns momentos de forma grandiosa.

  Já o grande mistério do anime não tenha funcionado tão bem: tanto eu quanto o Kaito acertamos cedo quem era o serial killer. Como anime de mistério talvez não funciona tão bem. Contudo, não tira o brilho do anime.
 Então fiquem com essa dica, Erased, ou Boku Dake ga Inai Machi, a cidade onde só eu não existo. O nome do anime é sensacional. Até a próxima!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A tentação da aventura


Amigos, Uncharted 4 é uma maravilha! Me custou alguns orgãos internos, mais alguns litros de sangue, e muito dinheiro... mas tá valendo a pena! Como eu não teria saco pra gravar gameplay comentado, decidi fazer um gmv da minha jogatina... então, no vídeo abaixo vocês podem conferir o início, o primeiro capítulo, que mostra como era a relação do Nathan com seu irmão, Sam. E um pouco de perseguição de barcos, com gráficos incríveis, o começo do jogo puxou mais para a história, o que já me ganhou:

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Hail Hydra

 Semana cheia de surpresas para fãs de quadrinhos... enquanto o pau comia nas redes sociais por conta de uma campanha feita por fãs, para que o Capitas ganhasse um namorado (o Buck pra ser mais específico) no seu próximo filme solo, a Marvel foi lá e fez uma mudança drástica: O Capitão América sempre foi um espião da Hydra.



 Andei lendo algumas coisas por ai, não cheguei a ver a hq, e pelo que as entrevistas dos dignos roteiristas, parece que Steve foi recrutado pela organização do mal antes mesmo de se tornar o maior simbolo do patriotismo americano ,e todas as suas ações foram um plano gigantemente orquestrado. Mas que bota hein, Marvel.
  Mas o fato é que vem reboot novo por ai. Marvel Now (again) já foi confirmado pela editora pra esse ano ainda. É esperar pra ver ,e torcer pra que esse não seja o retcom mais cagado da história...

 E já do lado da Dc, foi revelado que existem três coringas.


 O Reboot da Dc, chamado de Rebirth já começou, e ao que parece. os novos 52 foi um evento causado por um vilão extremamente poderoso... Dr Manhanthan parece que vai ser o responsável por esse reboot.
 O que foi uma ideia criativa de tempos atrás, que recomeçou a história de todos os heróis, vai ser desfeito agora. Não to manjando muito de cronologia, não to lendo nada de Dc, mas colocar os heróis pra enfrentarem o Manhathan vai ser dureza hein?
 Mas eu li a primeira edição, e achei muito bom. Quero ver como vai se desenrolar essa grande saga. Uma coisa é certa, a capa é muito phoda.

 Lembrei hoje Civil War tem uma trilha sonora, e fui ouvir o cd... realmente fraquinha a trilha do filme...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Meu coração é sayajin

 Eu chegava da escola correndo, as 18:15, dava tempo de pegar o finalzinho de Tenchi Muyo (que eu gostava de ver também), e quando a abertura começava, as exatas 18:30, aquela memorável Chala Head Chala, não havia mais nada que importava. Era a época do apagão, quando a crise energética assolava o governo do FHC. Mas pra mim era a época em que o Cell caçava os androides.


 Dragon Ball Z foi marcante pra muita gente, e eu não sou diferente. Cada saga tem um valor épico incalculável... eu não consigo entender como tem gente que fala que o anime não tem história... a linguagem é antiga, o anime teve bastante filler, mas tem uma história tão phoda construída ali... quer ver?
 Na saga do torneio do Cell, vemos um homem maluco que era chamado de Sr Satan, se exibindo na tv, quebrando telhas e arrastando caminhões. Esse mesmo maluco vem a desafiar o Cell durante o torneio. Um tremendo charlatão, que você não entende o que faz ali...
 Mais tarde, na saga Boo, vemos que o malandro recebeu todo o crédito pela derrota do Cell. E que o
mesmo se tornou uma lenda, um herói mundial. Pra que isso?
 Pra que?
 No final da saga, quando tudo parece perdido, a Genki dama que irá destruir a forma final de Boo não tem poder suficiente, e mesmo com os pedidos de Goku e Vegeta, são poucos os que erguem suas mãos para enviar a energia... e quando parece que não há mais solução, o herói da terra, o ser mais fraco e patético até então, enche seu peito, e num discurso épico, faz com que a Terra inteira envie energias para a Genki Dama. Até você levanta as mãos nesse momento.
 Que construção de climax genial. Agora, se você é fã de Naruto, saiba que não precisa desgostar de um para gostar de outro...




 Esse video me deixou emotivo. São tantos momentos memoráveis... a primeira luta do Goku contra o Vegeta é de uma violência, uma brutalidade, tanto que os dois ficam só o bagaço no final. Mas a melhor saga, é a saga do Freeza. Pra mim, um dos maiores vilões. Suas transformações, seu orgulho, sua aoarência e sua voz dublada casam tão bem...
 Por outro lado, a saga que eu mais gosto é a do Cell. A luta dele com o Goku é pra mim, o ponto alto do anime. O respeito que um tem pelo outro, herói e vilão ali se divertindo enquanto lutam... muito phoda...
 E quando vi esse video ai de cima, me enchi de nostalgia. Acho que por meu próprio bem, vou começar a ver Dragon Ball Z Kai. É uma pena o Dragon Ball Super estar tão decepcionante, mas falemos disso um outro dia...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Got - Home

 Spoilers vindo a cavalo... se você não viu o segundo episódio de Game of Thrones ainda, não devia nem estar aqui, devia é estar assistindo. Enquanto o País chora pelo bloqueio do Whatsapp, eu estou em lágrimas aqui com esse episódio.

Começamos vendo Bran, finalmente, depois de uma quinta temporada inteira sem dar as caras, viajando pelo passado de Winterfell, vendo seu pai ainda criança, e um Hodor capaz de falar ( Hodor, o verdadeiro vilão dessa série, o mais astuto!), como sinto falta daquela Winterfell, governada por Starks justos e honrados... mas isso está no passado, e nem mesmo Bran pode ficar por lá...
 Mas e os Boltons? Eu esperava que aquilo fosse acontecer, mas não da forma como ocorreu... imaginei que trabalhariam mais a tensão crescendo entre Roose e Ramsay, e francamente, não acho que o patriarca Bolton seria pego desprevenido daquela forma. Ramsay esfaqueia o pai, e um dos personagens que mais impunha medo morre de forma tão rápida, corriqueira... o homem que esfaqueou Rob Stark inclusive... merecia algo maior... mas enfim, todo mundo pode morrer... E em seguida Ramsey dá sua madrasta e seu irmão recém nascido para os cachorros devorarem... ok, esse cara é um maluco, matem ele logo! Me pergunto o que os Frey irão pensar disso...
 Em Porto Real, Jaime encara o Alto Pardal. Ah, que cena foda. Jaime está furioso com esse velho religioso, e a treta ali vai ser grande! Muito bom o que Jaime diz, sobre seus pecados... tá na hora dos Lannisters terem sua vingança! E quem diria, estamos torcendo pros leões (pelo menos eu estou), até com a Cersei eu
estou simpatizando... e por falar nela, o Montanha Zumbi começou a matar...
 E o outro Lannister decidiu que quer se tornar amigo dos dragões. Ainda bem que não morreu queimado, como algumas teorias que vi pela internet. Mas onde será que isso vai dar? Bem como a Sansa, que se separa do Theon, o papel dos dois ainda incerto.



 Ainda bem que o malandro lá de muitas faces,  Jaqen h'ghar, veio buscar a Arya. Estava com medo de que aquela palhaçada na calçada durasse quase toda a temporada... pô, treinem a menina logo!
 Mas bom mesmo é a história da muralha. Tudo o que importa é que o nosso salvador, guerreiro da luz, Azor Ahai em pessoa, voltou! Como a fé de Melissandre tá abatida depois de tudo que rolou na temporada passada! Você vê o sofrimento e fragilidade dela, enquanto o ritual parece não surtir efeito... e no ultimo segundo da série, Jon revive! Será Jon Snow? Não sabemos ainda... talvez o que voltou seja algo diferente...Ah, mas como foi boa essa cena! E que maldição, foi o final do episódio!

 E no próximo episódio:



 Ah, teve também as tretas dos Greyjoys, mas eu nunca fui muito fã desse pessoal, então...

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Divididos cairemos


Finalmente chegamos na Civil War do MCU. Como esperei por esse dia... me lembro de quando os boatos começaram a surgir, antes mesmo da Era de Ultron ter sido lançada... de lá pra cá o número de heróis aumentou, que era o principal temor a respeito desse filme. De fato, o tamanho do confronto não chega perto da Hq, mas o nerd orgulhoso deve deixar a hq separada quando for ver o filme.
 Capitão América Guerra Civil inicia a fase 3 da Marvel, e é um divisor de águas. E se você não assistiu ainda, esse texto terá SPOILER.


 

Quero começar dizendo que ouhhhhhhhuw, que filme espetacular! As cenas de luta, os diálogos, a trama, o clima tenso que vai crescendo, e as piadas, tudo muito bem dosado, muito bem feito, muito bem construído! O filme demora a chegar no confronto que todos queremos ver, pois passa boa parte construíndo as motivações, os personagens. Cada herói foi aproveitado de maneira única, a impressão que fica é que nem
mesmo um ficou jogado, cada um sendo explorado de maneira a fortalecer o filme.
 O Homem de ferro está sentindo um grande peso pelas perdas que todas as batalhas anteriores causaram. E isso o leva a se posicionar a favor do registro. Os heróis precisam ser controlados, porque todo esse tempo que agiram livremente, o número de mortes foi maior do que o aceitável. Seja como for, ele irá apoiar.

 Já o Capitão América sente sim, o peso das mortes inocentes. As que acontecem nesse filme, inclusive. Mas e se o governo controlar os Vingadores, e acabar decidindo que eles não devem ir para um lugar, e por esse motivo, vidas se perderem? Governos são formados por ideologias, e elas mudam com o tempo, os heróis devem estar acima disso.
O filme trabalha muito bem isso. Não a uma convicção absoluta de estar fazendo o que é certo, os dois possuem dúvidas,o bandeiroso quase assina o registro em um determinado momento... mas os acontecimentos do filme acabam levando as coisas ao extremo...
 O Pantera tá incrível. Sua introdução não deixou dúvidas de o personagem é grandioso. Ele bate de frente com qualquer um que entrar em seu caminho, e suas sequências de luta são fenomenais. Tanto quanto as do
Homem Aranha. Introduzido ali rapidinho, o teioso rouba a cena, o uniforme ficou lindo de se ver, e as piadinhas feitas por ele são demais. Dois heróis novos, que vão ter filmes solos, pelos quais mal posso esperar.
 E o Homem Formiga também está demais! Toda a cena de combate no aeroporto meio que gira em torno dele quando o pequeno se torna um gigante. E que sequência de luta! Me atrevo a dizer que é a melhor cena envolvendo heróis que já vi!



 O embate final, quando todo o descontrole da situação chega no ponto máximo, Tony deixa de lado tudo, e passa a buscar vingança, por seus pais mortos pelo Soldado Invernal. Essa luta me deixou tenso... suas referências a hq foram lindas, sendo encerrada deixando marcas, mágoas em ambos.
 Eu, como bom marveco que sou, adorei o filme. Pra mim, acho que o filme é 10. Mas sou suspeito, e estou na empolgação, não vou dar nota... o filme é grandioso, épico, parece mesclar estilos de filmes diferentes, cheio de elementos de filmes de ação, com os vilões terroristas do mal causando explosões e tentando soltar um vírus, tem heróis caindo na porrada, mas também tem muito desenvolvimento de personagem.
 Só digo uma coisa... quero ver de novo!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Porrada e Espada

 Dos saudosos tempos do fliperama, a franquia The King of Fighters ressurge, num jogo exclusivo para Ps4
(uhuuuuuulll), lançamento marcado para 23 de agosto deste ano. The King of Fighter nasceu do crossover entre Fatal Fury e Art of Fighing, e acabou se tornando maior que ambos. Um dos grandes títulos de luta, Kof tem um espaço no coração de muitos gamers.
 Kof XIV contará com trios clássicos e novos, formando um quadro de 50 personagens. Os gráficos agora serão em 3d, porém o modo de luta contínua o clássico plano bidimensional. Faz tempo que não sai nada de Kof, eu tô ansioso aqui:




 É isso ai... Mudando de assunto, mas continuando nos games, eu to aqui empacado no The Witcher 3. Sim, ainda não terminei o jogo, por que além de ser um game gigantesco, toda vez que jogo-o, me perco na quantidade de missões secundárias.
 Mas cada missão, cada pequeno pedaço desse jogo tem uma história pra contar. Pra quem não conhece, Geralt é um "witcher", um "bruxeiro", que são pessoas que passaram por um duro treinamento, e por modificações em seus corpos, e eles caçam monstros, demônios e assombrações...
 Geralt de Rívia, conhecido como "lobo branco", está em uma busca por Ciri, uma jovem que ele considera como filha, e que vem sendo perseguido pela Wild Hunt, seres obscuros que querem trazer o fim ao mundo.




É isso ai, meu povo! Tentei fazer um gameplay junto com o Kaito ontem, fomos boicotados por nosso próprio Ps4, que decidiu que não iria salvar o vídeo... paciência... Mas acreditem em mim, foi épico! Até a próxima!

domingo, 24 de abril de 2016

Ninjas assassinos e metralhadoras

 Eu sou ruim pra escrever análises, por isso acabo fugindo de fazer a maioria... é só olhar o meu recente post sobre O Predestinado, que ficou basicamente um resumo do filme... e tem análises que estão na gaveta, condenadas a nunca ver a luz do sol.
 Encontrar o estilo de escrita, mesmo após quatro anos, ainda é difícil pra mim, tanto que se você fuçar um pouco no blog, é capaz de encontrar grandes diferenças no estilo de um post pro outro. Mas por que eu estou falando isso? Ah sei lá... pra servir de desculpa de eu nunca ter falado sobre a primeira temporada de Demolidor por aqui...

 Mas enfim, todo mundo sabe que a primeira temporada do "Atrevido" é ótima. Capuz negro, porrada no corredor, violência, herói e vilão em ascensão. Foi uma ótima temporada, o que nos trouxe até a segunda com altas expectativas.

 SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AINDA, PODEM EXISTIR SPOILERS

  Eu gostei da segunda temporada.Embora ainda ache a primeira melhor, acho que a segunda manteve o
nível. Porém, houve algumas coisas que me desagradaram um pouco. A coreografia das lutas nos dois primeiros episódios me causou estranheza. Achei que estava plástico demais. Embora isso melhore no decorrer dos episódios. A luta nas escadarias, contra a gangue dos motoqueiro foi uma sequência enorme, de prender a respiração. Como ficou boa essa cena. E eu fiquei pensando no motoqueiro fantasma, vendo o Devil usando aquela corrente.

 O embate ideológico entre o Demolidor e o Justiceiro durou praticamente a temporada inteira! E era isso
que eu queria ter visto em Batman V Superman... Matt Murdock cada vez mais incerto se seus métodos funcionam, e francamente, tiraram essa temporada pra fazer o herói duvidar de si mesmo... se já não bastasse o Justiceiro, a Elecktra também surge, pra matar e esquartejar bandido. Gostei muito de todo esse conflito, se um herói mata ou não, qual é o limite onde ele deve parar. E como disse o Justiceiro "Vermelho, você está a um dia ruim de se tornar como eu!"

 E o Justiceiro! Ah, como ele rouba a cena! Tá incrível, surtado, passa a série inteira com o rosto arrebentado. E ele é convicto do que faz. Sua missão está clara diante de seus olhos. E como o desgraçado é violento! A cena da luta na prisão foi de uma brutalidade linda de se ver!

 E a participação do Rei foi a cereja do bolo. Foi breve, e mostrou muito do que o personagem irá se tornar. E sua ameaça ficou no ar, de que irá destruir Nelson e Murdock.

 E por falar no Nelson, ele foi bastante bipolar pra mim... se teve cenas que gostei, todo o drama entre ele e seu amigo vigilante foi um porre... sério, se algum amigo meu fosse o Demolidor,eu o daria todo apoio! Krai, tu é o Demolidor, vai lá e arrebenta! Karen, por outro lado, me agradou mais, indo pro jornal, se tornando uma investigadora.

A Elecktra eu achei irritante. Embora toda a construção dela,e todo o dilema que ela passou, como a mulher é instável! E sério, como o Demolidor apanha... mas em suma, me decepcionou o tentáculo não ter liberto nenhum demônio ancestral, por mais que sejam numerosos, são apenas ninjas, e eu queria ver algo a mais...
chega uma hora que cansa ver ninjas apanhando...

 Mas enfim, a temporada é boa, como disse antes, manteve a média. Em breve estaremos gravando um cast sobre as duas temporadas da série, aguardem... e quanto a minha nota, eu diria que a segunda temporada de Demolidor merece 8,5. Me perdeu ali pro meio, teve algumas barrigas, mas quando me prendeu, o fez com violência. A Netflix mantém a qualidade, e podemos esperar por coisas boas vindo ai. Só que eu quero mais referências, pessoal! 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Gilgamesh em ócio uma vez mais

 Oláááá queridos leitores! Um formato de post que a muito eu não faço. Dos tempos em, que o blog não devia ter mais que cinco membros, e a maioria trabalhava junto comigo, quando meu nome não era Jyuuken, mas sim Gilgamesh... nostálgicos tempos, onde eu ficava entediado nas madrugadas e acabava por fazer posts sem conexão entre os assuntos.
 É o meu tipo favorito de post.

 Primeiro, quero deixar duas recomendações aqui. A primeira é o The Cast, o podcast da Slice,
embaixadora do Spirit (super famosa, por sinal), onde ela fala sobre as categorias mais populares de fanfics. Aliás, essa já é uma outra grande dica: Fanfics. Se você gosta de ler, e de reimaginar personagens, fanfics é o que você procura. E o Spirit é o lugar onde elas nascem. Existem inúmeros tipo de fanfics, e pra que explicar se a Slice já fez isso? Confere ai o podcast dela.

 O outro podcast que quero indicar aqui é o Pelada na net, um podcast, vejam, vocês, sobre futebol. Vitin (o príncipe negro), Pepe, Doug Lira e muitos outros se reunem semanalmente para um dos podcasts mais
hilários que já encontrei. Humor nonsense, e muitas risadas dos próprios participantes (risadas de verdade, não aquilo que se escuta no Nerdcast). Eu gosto por que me ensina e me faz rir.

 Mudando um pouco de assunto, quem me conhece de perto sabe como eu torço o nariz pra músicas nacionais. E por insistência da Aline, a Darkhearth, eu acabei parando pra ouvir Engenheiros do Havaii. Eu até curti o som dos caras! Dou destaque aqui para a música "Depois de Nós":




No Sentimentos Estranhos tem um post falando um pouco sobre a banda, Clique aqui e confira. E eu não sei se já falei por aqui, mas a Aline, cheia de inspiração e revolta lançou mais um Cólera Poética.


Seu diploma era um atestado
Para poder proliferar idealismos raivosos
Deturpava tudo, desfazia o estado
Deixava os verdadeiros doutores furiosos.


 Então clica ai e confere!


 E pra fechar, a temporada de animes começou! E de tudo que eu vi até agora (o que não é muita coisa), o anime que mais me chamou a atenção foi Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu! O anime conta a história de Subaru, um jovem personagem principal que tem todos os clichês obrigatórios, que de repente se vê em um mundo medieval de fantasia. O legal é que ele usa metalinguagem, e Subaru fica a todo momento dizendo o que
deve acontecer, já que ele está sendo o protagonista de uma aventura.
 Mas o anime não é só isso. Acontecimentos o levam a entrar em confronto com pessoas perigosas, e acabar sendo morto... apenas para despertar no inicio do dia. Preso no mesmo ciclo, o dia da marmota! São dois conceitos muito bons que aborda esse anime, e se olharmos bem a abertura... esse anime promete!



 É isso galera, fiquem de olho que em breve teremos novidades no canal... e um podcast sobre Gantz! Aguardem!

terça-feira, 19 de abril de 2016

O Predestinado

 Vamos falar sobre um filme de viagem no tempo, que fará sua cabeça exploldir. O predestinado, filme australiano lançado em 2014, que contam sobre um agente temporal ( interpretado por Ethan Hawke, que
para fins de facilitar meu texto, vamos chamar de Ethan, já que o personagem ficou sem nome) que viaja através de inúmeras linhas temporais, impedindo os mais diversos crimes.
 Uma agência governamental secreta criou a máquina do tempo, e com ela é possível "saltar" cerca de cinquenta anos antes ou depois da data da criação da mesma. Ela é curiosa, tendo a forma de uma caixa de viola, guitarra sei lá... e sua precisão é incírvel.
 Sendo assim, Ethan é o maior agente dessa organização, mas existe um criminoso que ele nunca conseguiu impedir. Um terrorista chamado de "Detonador Sussurante", que comete atentados a bomba. Sua última missão será a de capturar o terrorista...
 E se você chegou até aqui sem ver o filme, pare e vá assistir, pois pretendo destilar spoilers do filme de forma deliberada.

 Dito isso, vamos começar a verdadeira conversa...




  Era uma vez uma pequena menininha chamada Jane....

 O filme começa com uma estranha cena, onde Ethan persegue o Detonador Sussurrante, e acaba com uma grave queimadura em seu rosto. Ele salta para o que deve ser a sede da organização, e lá recebe o tratamento para seus ferimentos. Recebe um transplante de rosto, e é fácil boiar diante disso. Na sequência, algum tempo se passa, e o agente está completamente recuperado. Recebe então instruções para sua última missão.
 Os agentes devem causar o mínimo de impacto na épóca para a qual vão. Por isso vemos Ethan trabalhando de Barman. E então surge Jhon, um rapaz que parece amargurado e perturbado. Os dois começam a conversar, e Jhon começa a nos contar sua história.
 E é ai que tudo fica maluco.

 Jhon começa contando que quando ele era uma menina... sim, ele era uma menina, seu nome era Jane, e havia sido abandonada em orfanato quando bebê. Ok, eu já estava surpreso ai. Meu primeiro palpite era que ele e Ethan fossem a mesma pessoa.
 Mas com o desenrolar da história de Jane, descobrimos que ela teve um grande amor, um homem misterioso que ela havia encontrado na porta da faculdade. Mas tal qual uma novela mexicana, o amor da vida dela a deixou.
 Mas não antes de engravidá-la. Mesmo solteira, Jane tem a filha. Sim, uma menina. "A melhor coisa que aconteceu em minha vida". Porém, o parto trouxe a tona sua condição: ela era portadora dos dois sexos, e o
trabalho de parto destruiu seu útero, forçando a equipe médica a fazer uma cirurgia de mudança de sexo nela.
 E como se não bastasse, sua filha foi raptada. Sua filha que também se chamaria Jane.
 E foi assim que Jane se tornou Jhon, e uma das melhores cenas do filme, quando a ainda Jane tenta aprender a agir como um homem, em lágrimas, repetindo "olá, meu nome é Jane", com a voz desajustada por conta dos hormônios.
 E nisso se passaram trinta minutos de filme. Eu penso com meus botões: ok, isso está estranho... pensei que fosse sobre viajem no tempo...


 Ethan então se revela como agente temporal, e promete entregar a Jhon o homem que arruinou sua vida, o seu caso amoroso o deixou. Ele seria o Detonador Sussurante, e caberia a Jhon matá-lo. Ethan o leva até o
dia em que Jane irá se encontar com o sujeito.
 Mas quem encontra quem é Jhon e Jane. A mesma pessoa, de linhas do tempo diferentes. Jhon sente sua própria dor ao se ver no passado, e tudo que ele quer é protegê-la... cuidar para que não fique mais sozinha...
 Jhon se apaixona por Jane. Ele está amando a si mesmo! E amando no sentido bíblico! E isso é bizarramente insano, explode a cabeça de qualquer um!
 E depois de um tempo, Ethan vem buscá-lo. Era essa a missão, e estava feito. Ele deveria ser o pai da criança que Jane viria a dar a luz. Esse era o ciclo. Relutante, Jhon é levado para o futuro. E Ethan salta até o dia em que a filha de Jane foi sequestrada. Ele é o sequestrador. E não só isso. A criança deve ser levada para o passado. E deve ser deixada na porta de um orfanato. Seu nome é Jane!
 Oh, my god! Jon é pai, mãe e filha!!!! Eles são,os três, o mesmo ser! Nesse momento meu cérebro convulsiona, e espumando pela boca,vejo que o filme ainda não acabou...
 Como se isso não bastasse, o agente que estamos chamando de Ethan, é na verdade, Jhon, só que mais velho!
 O que mais faltava acontecer? Ethan decide fazer seu ultimo salto para uma data próxima do maior atentado do Sussurrante, uma última chance de detê-lo. Ele segue pistas que o levam a um encontro com seu inimigo, em uma lavanderia... Ethan foi um grande agente, impediu muitos crimes, salvou muitas vidas, o maior agente dessa organização... tudo devido a sua determinação, a sua vontade de impedir esse maldito
terrorista...
 Logo, o Detonador Sussurante tem impacto direto sobre ele. Um moldou o outro.
  E o final do filme nos revela que Detonador Sussurrante é a última forma, um envelhecido Ethan, perdido no tempo, cometendo atos questionáveis para que a linha temporal transcorra como tem que ser...
 É fantastico! Todos os personagens são um só! Desde o bebê abandonado ao grande vilão, presos pelas intrigas do tempo, são diferentes formas da mesma pessoa!

 É isso que acontece quando se viaja no tempo, e se interage com alguma coisa. A mente humana implode, o filme é surpreendente, me deixou de boca aberta várias vezes. E é o tipo de filme que você fica pensando depois. Eu adoro essa sensação. Nota 9,5, filme recomendadíssimo.
 E é claro, se esse texto ficou confuso, é por que minha mente ainda está empolgada com o que acabou de ver...

terça-feira, 5 de abril de 2016

The Walking Dead Season Finale


   E finalmente chegamos ao ultimo episodio da 6 ª temporada, e neste episodio ocorreu algo muito importante, o surgimento de Negan (Jeffrey Dean Morgan).          
                                                                            



    O episodio foi meio enrolado com algumas poucas cenas de ação, contou com a participação de Steven Ogg( também conhecido como Trevor). Rick (Andrew Lincoln) decide levar Magie (Lauren Cohan) que está com dores por causa da gravidez, para colônia Hilltop. Eles vã
o no trailer do Abraham (Michal Cudlitz).
 
Enquanto isso Morgan (Lennie James) continua a procura por Carol (Melissa McBride), não demora para que ele a encontre, ferida e relutante em voltar ao grupo. Morgan tenta convence-la a não desistir, mas mesmo assim, Carol parte sozinha.Ela acaba sendo encontrada por um salvador, que a tortura disparando dois tiros nela.
 "Você irá morrer lentamente", quando tudo parece perdido, Morgan os encontra, e acaba matando o salvador. Na sequência, os dois são encontrados por  dois homens que estão montados a cavalo e de armadura, que parecem ser soldados do Ezekiel. Como Carol está muito ferida, Morgan aceita ir com eles.
   Voltando para o Rick, os salvadores bloquearam todos os caminhos, impossibilitando eles de irem para Hilltop (isso toma boa parte do espisódio). Como os salvadores sabiam que eles estavam indo no trailer, o grupo de Rick teve a ideia de só uma pessoa ir no trailer, servindo de isca, e o resto iria levar a Magie pela floresta. Quem se habilita é Eugene (Joh McDermitt). mas nada disso funciona, pois eles nem avançam muito e são capturados, sendo cercados por muitos Salvadores,inclusive  Dwight (Austin Amelio), que traz Glenn (Steven Yeun), Daryl (Norman Reedus), Michonne (Danai Gurira) e Rosita(Christian Serratos).
 O grupo de Rick é posto de joelhos, e completamente desarmados. E ai surge Negan !!!

 Trazendo Lucille, o personagem está muito bem caracterizado, sendo interpretado por Jefrey Dean Morgan, o vilão começa então a discursar sobre como Rick matou muitos salvadores, e que agora eles
trabalham para ele, mas mesmo assim, o grupo deveria ser punido. Negan passa então a brincar com os nervos não só do grupo, mas de quem está assistindo, escolhendo com uni duni tê,quem ele mataria. Neste momento, a câmera fica na 1ª pessoa do escolhido, que não foi revelado, Negan acerta golpes com Lucille, mas sem mostrar que é o alvo,e assim acabou o episodio.

      Na minha opinião, o episódio teve algumas falhas. Talvez tenha sido arrastado demais, os vários encontros com os salvadores. Mas toda a construção da cena final, quando Negan finalmente aparece, rouba e muito a cena. Jefrey Dean Morgan está um monstro de atuação. Ao mesmo tempo que Andrew Lincoln, ali, de joelhos, está completamente apavorado! Que atuação fantástica! E o fato de não ter revelado quem morreu, dividiu opiniões. Eu fiquei puto!
 Mas é inegável que esse foi um baita cliffhanger. Nota 8.